quarta-feira, 18 de abril de 2012

O carro pede espaço

Entrelaçamentos: "O carro pede espaço e São Paulo não pode parar".

Para atender a essa lógica, desde o início do sec. XX até os dias de hoje, os rios entre os quais São Paulo nasceu, foram canalizados e enterrados.  O que dizer de Belo Horizonte?

"Cabe a nós conceber o espaço em que queremos viver. O que vamos valorizar?"

Confiram o vídeo indicado pelo professor de Geografia, Daniel Moreira!


16 comentários:

  1. Caio César, Francisco Neves, Ícaro Ribeiro, Matheus Amorim(ELT-2B)3 de maio de 2012 às 13:55

    A crescente evolução e utilização de novas tecnologias vêm acarretando profundas mudanças no meio ambiente e nas relações e nos modos de vida da população.
    Há bem menos tempo São Paulo e Belo Horizonte também fizeram a mesma coisa, sem perceber que estavam contribuindo para piorar o problema das enchentes.
    Hoje, na Europa, a maior parte dos rios e córregos já está sendo revitalizada, ou seja, as canalizações já estão sendo desfeitas e as curvas originais dos rios estão sendo restauradas.
    O que levou as cidades europeias a tomarem a decisão de devolver a forma original a seus rios e córregos foi terem sofrido na pele o mesmo problema de enchentes que hoje São Paulo e Belo Horizonte enfrentam.
    A maioria de nossas cidades teve um crescimento desordenado e uma ocupação crescente do leito do rio, o que tem levado muitas prefeituras a tentarem resolver o problema com a canalização e retificação dos mesmos.
    A canalização aumenta a velocidade da água e consequentemente o seu poder de destruição, propicia a ocupação e a utilização de áreas sujeitas a inundação, além de exterminar as matas ciliares dos rios e das baixadas.
    Precisamos mudar nossos padrões. A história está aí. Não temos que cometer os mesmos erros de São Paulo e outras cidades, não precisamos “desaparecer” debaixo d’água para concluirmos que canalização só faz piorar o problema das enchentes. Antes das canalizações, as enchentes atingiam apenas as áreas próximas aos rios. Depois delas, as inundações começaram a atingir bairros inteiros, destruindo casas e matando pessoas, como temos visto nos noticiários.
    É sinal de inteligência aprender com os erros e evitar que aconteça novamente, então, por que gastar fortunas em obras de canalização, se já ficou comprovado pela história que isto não resolve o problema de enchentes?

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  2. Cláudia Nascimento, Danielle Damas, Fernanda Rocha e Marianne Barros MEI-2A3 de maio de 2012 às 14:09

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  3. Cláudia Nascimento, Danielle Damas, Fernanda Rocha e Marianne Barros MEI-2A3 de maio de 2012 às 14:36

    No vídeo "Entre Rios- Urbanização de São Paulo", percebe-se a grande importância que um planejamento antecipado e projetos bem realizados têm ao construir uma cidade. Mostra os rios como fatores determinantes para a formação de povoados, pois próximo à eles a população terá condições de sobrevivência. Assim no decorrer do vídeo o processo de urbanização de São Paulo é mostrado, e que ocorre devido à necessidade de expansão e aos avanços tecnológicos, condicionados pelo crescimento da população, construção de ferrovias, de estradas, etc. E indica a forma em que a cidade de São Paulo seria construída baseada em cidades, como: Paris e Moscou, que passaram por processos de planejamento e obras mais extensos, "pulando" processos de grande importância para uma modernização imediata. Com o surgimento do carro, percebe-se a necessidade de construções de ruas e avenidas, precisando de desocupar áreas para isso, sendo que os espaços que sobravam eram os rios, onde suas margens e consequentemente volume foram reduzidos significamente, dando lugar aos carros, que hoje é um dos problemas que "gritam" por solução que é o trânsito, pelo fato do grande incentivo feito à população de comprarem carros, sem ter consciência de que um dia a falta de espaço e grande quantidade de carros nas ruas poderias entrar em colapso.
    Portanto, o processo de urbanização desenfreado ocorrido em São Paulo ocorreu em função do desenvolvimento tecnológico e da necessidade de espaço e como consequência os rios canalizados recebem esgotos, passando a serem poluídos e quando há muita chuva pode haver a ocorrência de enchentes, prejudicando toda a população, mas isso é uma coisa natural, quando não há lugar a água invade sem pedir licença já que fomos nós seres humanos que tomamos seu espaço sem nos preocuparmos com as consequências para a natureza e para nós mesmos, isso tudo se deve à um planejamento mal feito e executado, sem preocupações com os impacto gerados ao meio ambiente e nem mesmo se interessar nas possíveis tragédias que viriam a ocorrer, por isso é necessário que reflitamos em relação às agressões que a natureza vem sofrendo feitas por nós, homens, assim repensemos sobre nossas atitudes e mudemos aquilo que não convém com os impactos o meio ambiente vem sofrendo.

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  4. Carolina C, Larissa, Lídia e Rossana - MEI 2A3 de maio de 2012 às 16:01

    O falso desenvolvimento das grandes cidades vêm acompanhados de diversas medidas governamentais que tentam acompanhar o crescimento desordenado das mesmas. Com objetivo de tornar os centro urbanos mais propícios à evolução, o homem tem mudado as características naturais das cidades. Assim, em várias delas, como o vídeo acima mostra o exemplo de São Paulo, rios são canalizados e retificados afim de abrirem espaço para o crescimento econômico. No caso de São Paulo, esse processo ocorreu devido a grande quantidade de veículos individuais que ocupam a cidade, tornando seu transito caótico; com o objetivo de alargar suas principais vias e facilitar a locomoção dos carros esses rios foram enterrados e praticamente esquecidos.
    Belo Horizonte tem ido pelo mesmo caminho, mesmo sabendo que medidas como essa agravam as enchentes, pois a canalização de um rio diminui seu curso, deixando-o mais linear o que ocasiona aumento da velocidade e pressão de suas águas, por isso, as construções próximas a esses lugares estão sempre em risco, pois esse aumento torna as enchentes mais fortes e devastadoras. Além disso, as canalizações transformam todo o ecossistema da região, destruindo as matas ciliares, e modificando a vida da fauna e flora local. Assim, temos que processos como os ocorridos em São Paula só trazem malefícios tanto à sociedade, quanto a vida natural.

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  5. Danilo Amparo, Lucas Viana, Eric Drumond e Kathllen Campos - ELT2A3 de maio de 2012 às 18:22

    O problema viário que São Paulo passa e que agora está chegando a Belo Horizonte tem deixado todos nós contrariados pelo fato da mobilidade urbana estar se tornando cada vez mais lenta e difícil principalmente nos horários de pico.
    O modelo adotado na Europa pelo transporte ferroviário forte desafoga o transito de pequenos automotores.
    Cremos que essa seria uma solução para essas grandes cidades brasileiras, ao invés de canalizar rios, desviar seus cursos naturais, etc. Porém, há toda uma questão política e econômica relacionada ao assunto. Há muito dinheiro envolvido, e, nessa nossa sociedade capitalista, o dinheiro é o que move. As ferrovias seriam uma solução para a mobilidade, porém, a ampliação da mesma, acarretaria uma diminuição na frota de ônibus nas ruas. Então os grandes empresários, pressionam o governo para que isso não aconteça, pois diminuiria seus lucros. Outra solução seria a melhoria dos transportes públicos, principalmente os ônibus, assim, teríamos uma diminuição do número de carros particulares nas ruas. Essa má qualidade no transporte acontece, pois há um monopólio das empresas de transporte. Se não há concorrência, não há trabalho para melhorias, e então quem sofre com isso é o povo.

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  6. André Machado, Daniel Andrade, Daniel Azevedo e João Paulo Cunha - MEC2A4 de maio de 2012 às 09:49

    A questão da mobilidade urbana é de suma importância nas grandes cidades, mas essa tem de ser inteligente e prática.

    O transporte público é o mais eficiente quando relacionamos o gasto de energia usado nos automóveis com a quantidade de pessoas transportadas por estes. Os motores dissipam a grande parte da energia que produzem, transformando pouca dela em trabalho, como já é dito na 2ª lei da Termodinâmica. Além deste gasto de energia em excesso, a quantidade de gases poluentes emitidos é proporcional, ou seja, a quantidade de CO2, CO e SO2 emitidas por pessoa é muito grande. Mas existe um sério problema com esse sistema, com o atual número de pessoas que o utiliza ele já está saturado, portanto uma grande melhoria em ônibus e metrô se faz logo necessário.

    Mas então há outro problema: o espaço. Belo Horizonte, por exemplo, já não suporta o aumento de veículos nas vias e o aumento destas. A única solução então seria o re-planejamento do transporte, incentivar o uso de veículos compartilhados e ampliação do transporte ferroviário, que suporta maior quantidade de pessoas e ocupa menor espaço.

    Quanto ao problema apresentado no vídeo, em Belo Horizonte e em outras grandes cidades como São Paulo, grandes vias públicas são construídas ao redor de rios. Primeiro os rios são canalizados e depois são margeados por ruas. Essa canalização causa o aumento da velocidade dos rios e também traz problemas quando o volume de chuvas ultrapassa o volume suportado pela caixa do rio e com a grande urbanização e permeabilidade do solo é afetada fazendo a água das chuvas em toda a cidade escoarem rapidamente para os rios o que faz com que a caixa encha mais rápido ainda e ocasione enchentes.

    Neste, como na maioria dos problemas, a solução é um melhor planejamento buscando manter um equilibro entre mobilidade urbana, equilíbrio com o meio ambiente e um melhor aproveitamento dos recursos energéticos.

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  7. Devido ao crescimento rápido e sem planejamento de cidades como São Paulo e Belo Horizonte, a população sente a falta de espaço para morar e também para se locomover pela cidade. A solução encontrada por São Paulo e Belo Horizonte foi a canalização de rios, o que a primeira vista parecer resolver os problemas sofridos pela população. Porém, mudar o curso de um rio, causa algumas conseqüências não pensadas pelo governo, que já fizeram vítimas em cidades européias e que estimularam a volta ao leito natural do rio, como por exemplo, a enchente, fato já vivenciado pelos belo-horizontinos, onde várias pessoas perderam sua casa, seus moveis e até mesmo parentes.
    A solução mais adequada seria a preservação do leito normal do rio, com sua mata ciliar, porém sabemos que não é fácil tirar pessoas de sua própria casa, que já mora no local há muito tempo. Por isso, devemos conscientizar a população conscientização de que beira de rio, lagos não são locais seguros para morar.

    Grupo: Matheus Geraldo, Leonardo Miranda, Kaíque Tolêdo e Pedro Cândido. ELT 2B. Professor: Adelson

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  8. Para que houvesse uma evolução da urbanização as cidades foram obrigadas a travar um verdadeiro “confronto” contra a natureza, pois ela é um embargo ao crescimento. Assim foi necessário canalizar rios, destruir a vegetação para a criação de um mundo feito de concreto.
    E isso nos leva a pensar, por que não podemos conviver em harmonia com a natureza? Uma pergunta difícil de ser respondida, mas que pode ser ligada ao poder econômico, onde o dinheiro prevalece, destruindo qualquer barreira sem se importar com o futuro.
    E isso é o que ocorreu nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte, houve um crescimento rápido onde se necessitava de espaço para a construção de rodovias (mostrando a influencia do dinheiro, onde houve a priorização dos carros, um meio de transporte que gera riquezas para as indústrias), e esse espaço era aquele nas margens dos rios. Assim canalizaram esses rios e neles foram jogados o nosso esgoto.
    Mas em ocorrência da destruição da natureza, as cheias que ocorriam normalmente antes da urbanização, agora viraram enchentes, um problema que se tornou comum. Assim a natureza vem tentando retomar o seu espaço em meio as cidades, mesmo que para isso seja necessário destrui-las. Entramos em uma luta que já sabíamos quem era o vencedor!


    Mecânica 2A - Alex Vitor, Diego Oney, Guilherme Eduardo e Vitor Braga

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  9. O maior problema do processo de urbanização das cidades é a falta de planejamento. É estranho falar isso e incluir BH no comentário, tendo em vista que essa é uma das poucas cidades planejadas no país. Porém, é preciso dar a cada coisa seu devido lugar. Nossa cidade realmente foi planejada, mas mal planejada, como a maioria das cidades do tipo.
    A partir do momento que se planeja uma cidade sem considerar a população de baixa renda, e sem dar espaço a essa população, se tem como efeito a ocupação das periferias, que geralmente são locais impróprios a construção e propensos a sofrer com catástrofes (enchentes, desmoronamentos, etc), situação que é piorada se considerarmos que essa parte da população não pode contar com profissionais especializados para a construção de suas moradias.
    O resultado disso, infelizmente, é o que vemos nos jornais todos os anos: enchentes, desabamentos de encostas, mortes... pessoas que perdem tudo, afirmando que o rio ou o barranco invadiram suas casas, quando,mesmo sem saberem, elas invadiram o espaço natural.
    E como no momento do planejamento, as autoridades que deveriam tomar parte nessa situação, continuam a ignora-la, só se lembrando do povo, da voz do povo, quando essa pode fazer a diferença nas urnas. aí, haja ouvido para tantas promessas vazias.
    AMANDA DAVILLA, LAURA COTA E NATALIA ANDRADE MEC2A

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  10. LuizH, MarceloF, SaraB - ELT2B4 de maio de 2012 às 16:03

    Um dos maiores problemas enfrentados por grandes cidades como Belo Horizonte e São Paulo são as enchentes freqüentes. Tais enchentes dificultam o transito já complicado. É importante questionar o quanto a contínua expansão de nossa atividade é favorável às cidades, deve-se encontrar um meio termo entre a comodidade, sustentabilidade e saúde.
    Nas cidades com grande numero de veículos é necessário criar meios de transportes eficientes e funcionais para incentivar a diminuição do trafico de veículos privados. Devido ao grande nível de urbanização as enchentes foram se tornando cada vez mais impactantes, para se resolver o problema do deslocamento foram usados recursos ultrapassados. O carro pede espaço e algo deve ser feito para contornar esta demanda cada vez maior de veículos. Medidas publicas devem ser predominantes à medidas privadas.

    Luiz Henrique, Marcelo Félix, Sara Bittencourt - ELT2B

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  11. Francielle Marques, Leticia Lisboa, Luíza Freitas - EBM2A4 de maio de 2012 às 17:29

    Com a necessidade de evolução da humanidade, a população vem sempre tendo que fazer inovações para novas formas de urbanização e com as novas tecnologias geradas, houve uma maior contribuição para a devastação ambiental, assim, o ser humano vem alterando e destruindo conseqüentemente cada vez mais paisagens naturais, para um maior desenvolvimento urbano e conforto, procurando atender as suas necessidades. Visto a grande demanda de necessidade de adaptação para o crescimento das cidades, o crescimento urbano aconteceu em muitas cidades de forma irresponsável e sem planejamento, acarretando mudanças drásticas no ambiente. Onde antes podíamos ver rios e campos hoje vemos prédios e avenidas em meio a toda a urbanização e a população que acaba devastando ainda mais. Grandes cidades como São Paulo, apenas conseguiu se desenvolver de tal maneira, devido a mudanças na natureza, como por exemplo, a alteração do leito de um rio e devido ao surgimento de novas técnicas de urbanização que contribuíram para a extensão do território urbano, como a construção de grandes pontes, viadutos e túneis, que são necessidades humanas para uma melhor adaptação ao meio. Muitas mudanças foram realizadas de forma controlada e estudada, que vieram para um bem maior, mas algumas infelizes alterações, principalmente aquelas que envolvem cursos fluviais, vêem causando problemas como enchentes nas grandes cidades. O que é uma situação preocupante visto os problemas gerados nestas circunstancias, como doenças e destruição de casas. Agora é hora de voltar atrás e consertar o que já foi feito, com isso o homem vem estudando novas formas de reconstrução para um desenvolvimento sustentável, mantendo um equilíbrio entre o homem e a natureza.

    Francielle Marques, Letícia Lisboa e Luíza Freitas. EBM 2A

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  12. Cristiane, Luana Machado, Marcus e Thaíse - MEI 2A4 de maio de 2012 às 17:45

    Avanços tecnológicos em qualquer área sempre irão contribuir com mudanças no meio ambiente, e nem sempre essas mudanças serão positivas. Tanto Belo Horizonte quanto São Paulo são provas vivas de que essas alterações em relação ao meio e ao modo de vida da população se devem por causa dos avanços tecnológicos que possibilitam que as cidades cresçam, nem sempre da maneira esperada, o que causa a destruição ou retenção de boa parte da natureza que antes convivia ali em equilíbrio.
    Com o crescimento urbano exorbitante da cidade de São Paulo, que fora desenvolvida na base de dois rios (Tamanduateí e Anhangabaú), hoje os mesmos são encontrados como obstáculos no desenvolvimento da cidade. O meio encontrado para contornar essa situação com o planejamento da cidade foi “sepultar” esses rios, sendo criados marginais nos que ainda restam a céu aberto. Além de estes rios levarem o esgoto da cidade, o mau planejamento e a falta de estudos sobre estes rios levaram a um incidente que, acredite, ocorre com frequência: as chamadas enchentes, que são causadas por causa das ações do próprio homem. Esta situação pode chegar também à Belo Horizonte, que possui em sua região o Ribeirão Arrudas. Se tiver ocorrido um mau estudo da vazão deste ribeirão, ele poderá transcender as suas contensões e causar enchentes no centro de BH.
    Não é bem uma questão de que toda e qualquer alteração do meio causará danos, mas se uma cidade precisa se desenvolver como é o caso das duas cidades acima, e, portanto, precisam de espaço, o meio deve ser modificado depois de serem realizados estudos adequados, de modo que sejam mínimos os danos que serão causados à cidade futuramente.

    Cristiane, Luana Machado, Marcus e Thaíse - MEI 2A Prof. Adelson.

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  13. Carolina Flister,Raquel Marinho e Sarah Stephanie(TUR2A)
    Belo Horizonte seguiu e ainda segue a mesma lógica que São Paulo. A cidade modifica-se e se adapta em função do interesse dos empreendedores e tendências econômicas( como o discurso de modernização conservador até os anos 1920 em São Paulo,colocado pelo vídeo).
    Quando na verdade, deveria ser pensado antes a necessidade de deslocamento das pessoas para tais empreendimentos e para outros lugares e os impactos de tal necessidade sobre a qualidade de vida e a mobilidade urbana de toda uma metrópole.
    Não se pode descartar a importância da dinâmica econômica e suas tendências, pois uma cidade sem transformações é uma cidade estagnada.Assim, aliada a tais tendências e necessidades de uma cidade,pode-se concretizar o discurso por agora possível pelo desenvolvimento tecnológico, de incluir vias e meios de transporte sem impacto negativo sobre as vidas das pessoas e sobre o meio ambiente na meta dos projetos urbanos.Como é o tema por aqui debatido neste blog.
    Essa possibilidade é muitas vezes aproveitada no discurso das propagandas referentes às modificações que Belo Horizonte tem passado em função da Copa do mundo e nos projetos de ampliação do metrô.O que exige de nós uma profunda reflexão sobre a real eficácia do conjunto desses projetos para uma cidade ideal.

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  14. Mariana Mescouto, Nádia Selene, André Machado e Beatriz Figueiredo - TURISMO 2A7 de maio de 2012 às 17:20

    O vídeo estudado trata-se da urbanização de São Paulo e seu desenvolvimento ao longo dos anos. Esta capital se ergueu entorno de diversos rios, nos quais eram cercados por colinas e uma bela paisagem. Com o desenvolvimento comercial que estava ocorrendo ao redor desses rios, construções ferroviárias começaram a ser erguidas, fazendo com que os rios começassem a perder espaço. Para superar os obstáculos que os rios opunham para a urbanização da cidade, foram construídos acessos facilitados, como pontes, acarretando em certo desenvolvimento para a cidade de São Paulo. Para a elite paulistana alcançar seu objetivo de tornar a cidade semelhante às cidades europeias, era necessário encurtar os rios e afundar seus leitos.
    Devido às ações citadas anteriormente, as enchentes vêm se tornando cada vez mais comuns. Ou seja, mesmo que as estradas cubram os rios, eles não vão parar de fluir e seguir seu caminho natural. Com isso, conclui-se que as enchentes são “criações” do mundo urbanizado.
    Vimos também que há muito tempo o transporte individual vem recebendo investimentos, com a criação de grandes avenidas e viadutos, além de algumas outras obras faraônicas. Este investimento criou o paradigma de que quem anda de carro é rico, quem anda de ônibus ou metrô, é podre. O baixo investimento nos transportes coletivos recém citados, causando assim, a deterioração e consequentemente o péssimo estado destes transportes, serviu apenas para reafirmar este paradigma.
    Hoje, o trânsito está caótico, devido ao grande número de carros em nossas vias. Como resolver este problema? A resposta certe seria investir em transporte coletivo, mas parece que nossos governantes não pensam assim. Investem cada vez mais na construção de avenidas, túneis e viadutos, e estas obras não conhecem fronteiras. Como é possível solucionar estes problemas? Podemos resolver estes com apenas uma diretriz: investir em mobilidade urbana, com a ampliação do metrô, atendendo todas as regiões; e o melhoramento do transporte coletivo rodoviário, com ônibus novos e bem cuidados. Estas medidas diminuíram o transito, aumentando a mobilidade urbana. De quebra, poderemos seguir o exemplo da Coréia do Sul e do Japão, que tiraram seus rios dos canos e fizeram parques ao redor, melhorando assim a qualidade de vida ao redor destas áreas, além da criação de espaços de lazer.
    Só conseguiremos melhorar o trânsito, se conseguimos convencer a todos a utilizaram o transporte coletivo, mas para isso, é necessário o bom estado e amplo atendimento dos mesmos.

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  15. Grupo: Emily Lopes, Gabriel Fiuza e Isabella Rocha - Mecat2A

    O crescimento populacional na área urbana na maioria das vezes prejudica a natureza. Conforme conhecimentos prévios as primeiras cidades cresceram ao redor de rios devido a água potável para a população e também as terras se apresentavam com uma maior fertilidade, resultando em excelentes qualidades de vida.
    Como citado no blog São Paulo foi uma cidade que nasceu ao redor de um rio, possivelmente por causa dos fatores já citados. Podemos concluir que São Paulo veio a existir graças ao rio pois daí vieram os jesuítas e toda a história se desenrolou. O importante a ressaltar é que graças aos rios as civilizações criaram as cidades, porém hoje a própria civilização com seu crescimento e "avanço" tecnológico (se é que isso é um avanço mesmo, pois está mais para uma regressão) vem destruindo os rios.
    Belo Horizonte, nossa maravilhosa e tranquila cidade vêm sofrendo impactos ambientais, principalmente com nossos rios. O nosso famoso rio Arrudas, onde no passado podia ser até mesmo frequentado para nado, conforme o padrasto de uma das integrantes do grupo, está hoje numa situação deplorável. É impossível vê-lo atualmente como um antigo local de "diversão". Com todo a construção de bulevares para resolver o trânsito de Bh, outros problemas surgem. Há a
    alteração da paisagem, que deveria ser encarada como fator primordial na tomada de decisão para obras. Quando ocorrem as chuvas o rio enche muito e quando estiver coberto, como será o destino de toda a água? Esse rio desempenha um papel importante na nossa história e também ajuda no escoamento da chuva, mas quando tal não existir mais, será que há soluções viáveis para substituir sua função? É um caso a se pensar.

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