O transporte coletivo deve ser tratado como bem público. Veja o artigo do economista João Luiz da Silva Dias, em Teoria e Debate:
http://www.teoriaedebate.org.br/materias/nacional/uma-nova-politica-de-mobilidade-urbana#footnote4_1mgahcx
Clique na imagem abaixo para ler uma boa articulação de idéias:
Ciência e Tecnologia são campos de produção de conhecimentos, produtos e práticas fortemente entrelaçados, influenciando-se mutuamente. Queremos compreender os entrelaçamentos, integrando a dimensão tecnocientífica com a social. A Tecnociência é uma construção humana e resulta de escolhas. A sociedade precisa reivindicar espaços para influenciar nessas decisões que afetam a vida de todos, por isso propomos um debate transdisciplinar sobre as IMPLICAÇÕES SOCIAIS DA TECNOCIÊNCIA.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

De acordo com o artigo acima, observamos que mesmo com a elevada tarifa paga pelos cidadãos, os mesmo usufruem de um transporte coletivo de baixa qualidade, superlotados, com pequenas frotas, não atendendo a demanda populacional de Belo Horizonte. Conforme descrito anteriormente, a tarifa cobrada é absurda e até abusiva, incentivando o uso de veículos particulares, tornando o trânsito das grandes cidades caótico.
ResponderExcluirGrupo de Mei2: Fernanda Sant'Ana, Guilherme Eugênio, Guilherme Santana, Lívia Paraguassú.
A grande questão é: podemos juntos fazer alguma coisa? De um debate, como o que acontecerá no sábado, podemos encaminhar alguma ação coletiva, a partir do próprio CEFET?
ResponderExcluirBom, eu acho que se todos nós nos engrenarmos de verdade nessa causa, nos esforçando para entender o problema e buscar soluções, podemos sim iniciar algum projeto a partir do CEFET. Afinal, é um assunto de interesse coletivo, todos nós utilizamos e dependemos do trânsito e da energia que nele é usada.
ExcluirGesiele Regina, EST 2A
MEC2A; Magnum Caetano; Matheus Felipe; Gabriel Maia
ResponderExcluirHá um grande problema em ter uma união de baixo preço e conforto no transporte público, pois vivemos em um mundo capitalista que visa incondicionalmente o lucro, além disso, a nossa malha viária não suporta o cresceste número de automóveis. Como tudo conspira contra essa melhoria, o que podemos fazer?
Nós vivemos em uma democracia onde temos nossos direitos, direitos os quais precisam ser melhorados, mas para essa melhoria acontecer é preciso lutar. Precisamos exigir dos nossos deputados não só projetos de leis para essa melhoria e sim a execução dos mesmos e para isso precisamos pressioná-los. Como podemos fazer isso? Nós estudamos no CEFET-MG, uma instituição renomada em nosso país e com isso nós temos o poder de “falar e sermos ouvidos”, e se a nossa “voz” se juntar com outras ela fica cada vez mais alta a ponto de não se poder deixar mais de escutá-la. O grande desafio é conseguirmos “falar”, primeiramente precisamos divulgar o nosso interesse para que todos possam ficar sabendo e aderir ao movimento, depois disso precisamos nos organizar e sair para as ruas, mas não sair para gerar mais stress e sim sair para fazer a diferença, além disso, precisamos acompanhar o impacto gerado na prefeitura para que possamos pressionar ainda mais afim de que os benefícios se tornem realidade.
O primeiro passo foi dado com a criação do blog, agora cabe a nós torná-lo uma “arma” para acabarmos com o desrespeito vivido por nós no transporte público, um modo de fazer isso é torná-lo mais popular, divulgando-o para a sociedade, nós podemos apelar para a imprensa da rádio e da televisão também, podemos divulgar cartazes, organizar palestras, etc.
É importante a participação de toda a sociedade, pois os benefícios adquiridos não serão para apenas um grupo pequeno de pessoas e sim para a grande maioria da população.
O transporte coletivo é controlado por grupos de empresários que detêm o monopólio das redes de transporte, dividindo as cidades conforme seus interesses, cedendo a cada grupo o controle de uma região e estipulando as tarifas de seu interesse, entretanto não há uma preocupação com a qualidade. Assim o transporte público é transformado em uma mercadoria, porém, a mobilidade é um direito dos cidadãos, sendo dever do governo prezá-la, propondo alternativas com qualidade que atraiam a atenção para o transporte coletivo, desestimulando a utilização dos carros particulares.
ResponderExcluirPela atual situação do transito no Brasil, percebe-se que esta se tornando uma atividade penosa e também um teste de paciência, já que o transporte publico é deficiente não atendendo a necessidade população. O interesse das empresas de ônibus interfere nas decisões políticas sobre o transporte coletivo, dificultando aprovação de projetos para a melhoria do mesmo, como a distribuição das verbas não é igualitária ou proporcional aos seus destinos, governos estaduais, municipais se queixam da falta de verba usando este pretexto como justificativa para o atraso de realização das obras. Outra questão a ser discutida é o valor das tarifas, que tem aumentado, porém a qualidade do transporte continua péssima, contribuindo para a escolha do veiculo individual, o que é prejudicial ao ambiente, pois contribui para a elevação da emissão de gases na atmosfera, intensificando o efeito estufa, e a poluição do ar nas cidades causando sérios problemas respiratórios. A população em resposta as condições do transporte, realiza protestos e passeatas, como a dos estudantes de Belo Horizonte em busca do meio passe, que finalmente foi autorizado, mas o acesso ao beneficio ainda encontra barreiras, uma das integrantes do grupo possui o beneficio e revela os pontos negativos do programa, como a demora da entrega do cartão e a liberação dos créditos para uso. Nós como estudantes do CEFET-MG o que podemos fazer para ajudar na melhoria do transporte? Como incentivar a população a escolher o transporte público ao invés do individual?
ResponderExcluirO problema do transporte tem vários fatores: as regras de planejamento que priorizam os carros, a oferta gratuita das ruas aos motoristas e a restrição de empreender e competir com os transportes coletivos existentes, já que é preciso de uma licença especial para transporte de pessoas.
ResponderExcluirA total privatização das variações de tranporte público, de modo a excluir os monopólios daria origem a uma concorrência natural entre empresas do ramo, o que consequentemente ocasionaria num aumento da qualidade dos serviços prestados à população e na redução dos preços de utilização dos mesmos. Nesse caso, a população passaria a fazer uso dos transportes coletivos em maior escala em detrimento dos automóveis particulares.
Lançamos dessa forma a questão da privatização aplicada à maior facilidade de deslocamento em meio às grandes cidades, sem que esqueçamos da questão ambiental e socioeconômica.
Flávio Henrique,Felipe Ramos,Daniel Arruda,Mateus Musse e Matheus Araújo - ELT 2A
ExcluirJustamente por ser o transporte um bem público, não acredito que as regras da livre concorrência e do mercado garantiriam a oferta e o acesso democrático e qualificado a esse bem.
ResponderExcluirAs crises provocadas pelo sistema financeiro, regulado apenas pelo mercado, são exemplos claros do que pode ocorrer.
Como bem público, o transporte necessita de investimentos intensos e controle na mesma medida por parte do poder público, com ampla participação da sociedade civil. Isso não significa estatizar os serviços de transporte, mas justamente rever essa lógica do transporte como bem de mercado.
A privatização não impede a constituição de monopólios, mas cria condições deles acontecerem.
Sinceramente não acredito nos bons resultados da livre concorrência guiada pela lógica do lucro.
Adelson.
MEI 2A – Bruno Augusto, Luiza Freitas, Luana Duarte e Gabriel Saraiva.
ResponderExcluirDiante desta imagem, podemos perceber o quanto está grave a situação do transporte público brasileiro. Devido principalmente à sua ineficácia e baixa qualidade, ainda hoje milhares de pessoas se deslocam de carro enquanto poderiam usar os ônibus ou qualquer outro tipo de transporte público.
Para que este meio de transporte seja mais utilizado seria necessário um maior investimento por parte do governo, fazendo com que este fosse mais benéfico em termos de conforto e bem estar, e mais eficaz, pois estes são os principais fatores limitantes na sua utilização.
Essa mudança de hábito na vida dos cidadãos iria gerar melhorias tanto para o meio ambiente, como para o trânsito da cidade.
Grupo: Bárbara Viegas, Gabriella Carlos, Nathália Rodrigues e Stephanie Lorrane
ResponderExcluirTurma: Equipamentos Biomédicos – 2ºA
A quantidade de transportes particulares atualmente é tão grande, que a mobilidade urbana é complicada. Congestionamentos há todos os dias, deixando as pessoas cansadas e estressadas, além de agravarem a situação da poluição ambiental. Por que não variar nos transportes, deslocando um dia da semana de carro, outra vez de transporte coletivo, outro dia de metrô ou bicicleta? Multimodalidade seria uma alternativa? Falta consciência ambiental, falta pensamento solidário!
A mobilidade urbana está sendo afetada pelos indivíduos que se interessam pelo próprio conforto. O problema não é em si agradar, mas sim na quantidade de pessoas que pensam o mesmo, deixando o transporte público de lado e optando pelos automóveis e motocicletas. Isso está gerando congestionamento nas vias, pois o volume de carros e motos é grande, apesar de ter em média 2 passageiros por automóvel. Este comportamento da sociedade se aplica por querer ser independente dos demais, mas acaba dando de cara com o transito, dependendo cada vez mais dos outros.
ResponderExcluirO transporte público é uma boa opção para ter mais volume de pessoas se locomovendo do que os carros. Mas a eficiência desse meio está ruim, pois o congestionamento que é causado atinge os ônibus, que faz com que o tempo seja desperdiçado nas horas paradas nas vias. A implantação de corredores de acesso para apenas o transporte publico é uma alternativa que facilitaria a mobilidade dos usuários, já que o tempo gasto seria apenas da corrida.
A tarifa é o ponto mais discutido pela sociedade, pois se limitam em achar que o que engloba o preço são apenas impostos para o governo. Calcular a quantia de aumento não é tão simples e nem sempre pode ser evitado, pois a combinação de gratuidades, tarifas pagas pelos usuários diretos e indiretos, como os empregadores no vale-transporte e aportes orçamentários deve ser incluso e terá de estar dentro da política fiscal, não podendo comparar o preço de uma cidade com de outra.
DÉBORA S. S. S. JOAQUIM,GESIELE REGINA PEREIRA, GUILHERME VIANA, WILTON JR. EST 2A
Amanda, Bárbara, Caio, Nathália e Yara ETS/TT 2A
ResponderExcluirO transporte público vem enfrentando alguns problemas nas grandes cidades. Com o aumento do luxo de pessoas, o transporte público se tornou insuficiente para atender a todos. Como conseqüência, a super lotação dos veículos públicos como metrô e ônibus. Outro problema é a má distribuição de linhas e a falta de cumprimento dos horários.
Para fugir desses problemas, as pessoas optam por veículos particulares como carros e motos, onde a média de passageiros é uma a duas pessoas por veículo, isso leva aos grandes congestionamentos.
A solução para isso é melhorar a qualidade do transporte público e fazer campanhas para que as pessoas utilizem deste cada vez mais.
EST/TT-2A Grupo: Débora Mc Quade, Larissa Alves, Nicole Martins, Erika Pantuzzo e Carlos Roberto.
ResponderExcluirNessa questão de mobilidade urbana todos dão grande ênfase na necessidade de melhora do transporte público para estimular pessoas com veículos particulares a deixar os mesmos em casa e passar a fazer suas viagens por meio do transporte coletivo, porém nem sempre levamos em consideração quem não tem nem a possibilidade de acesso a esse meio.
O sistema de transporte público no Brasil é realmente precário e muitas vezes com tarifas abusivas, fazendo com que os que tem condição de pagar por ele prefiram o veículo motorizado particular, causando assim congestionamentos e elevando drasticamente o nível de acidentes. Mas antes de pensar em outro meio de locomoção para os que possuem o poder de se locomover com certa facilidade, devemos lembrar daqueles que nem mesmo isso conseguem, que sem ter acesso ao transporte público são obrigados a fazer seus deslocamentos a pé ou de bicicleta. Sim, esses são os melhores meios de locomoção, sem danos ao ambiente ou a sociedade, porém nem sempre são os mais viáveis. Há casos de chefes de família irem para os centros urbanos no início da semana para trabalhar e só voltarem no fim de semana, por falta de um meio de transporte público eficaz e com preço em conta.
Os problemas da mobilidade urbana só serão resolvidos quando forem avaliados vários aspectos da sociedade em que vivemos e as características da população, podendo assim começar o implante de meios de transporte públicos de boa qualidade, preço acessível, que supra as necessidades de locomoção de todos e que tenha como base a inclusão de usuários.
Bianca Boonen, Yasmim Pedrosa, Jordania Santana e Maria Victoria Heiderick - Tur2A
ResponderExcluirPodemos observar atualmente que o transporte público brasileiro não atende às necessidades dos brasileiros. Ônibus superlotados e em número insuficiente, com uma média de 33 pessoas em pé e 5 por metro quadrado, além de motoristas e cobradores com baixíssimos salários.
Os preços do transporte coletivo aumentam cada vez mais, porém a precariedade deste permanece a mesma. Estudantes e trabalhadores precisam muitas vezes pegar dois ônibus para chegar em casa, pois as linhas são mal-distribuídas e não atendem a população. As Prefeituras brasileiras precisam conhecer melhor seus moradores e suas necessidades a fim de proporcionar a eles um serviço mais satisfatório e jornadas menores de transporte, bem como preços mais acessíveis. Assim, muitas das pessoas que hoje utilizam veículos particulares poderão optar por utilizar o transporte público, se o governo investir em melhores condições para o mesmo.