Vejam texto sobre 'O primeiro automóvel de motor a explosão no Brasil', em
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-primeiro-automovel-de-motor-a-explosao-do-brasil
Postagem sugerida pelo prof. Rodrigo Penna, pelo valor histórico e mostrando que, desde então, as condições não mudaram muito.
Ciência e Tecnologia são campos de produção de conhecimentos, produtos e práticas fortemente entrelaçados, influenciando-se mutuamente. Queremos compreender os entrelaçamentos, integrando a dimensão tecnocientífica com a social. A Tecnociência é uma construção humana e resulta de escolhas. A sociedade precisa reivindicar espaços para influenciar nessas decisões que afetam a vida de todos, por isso propomos um debate transdisciplinar sobre as IMPLICAÇÕES SOCIAIS DA TECNOCIÊNCIA.
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Alunos do segundo ano de Equipamentos Biomedicos:Alef Sales,Victor Gino e Virgílio Mendes
ResponderExcluirA partir do tema em debate localizado nesse blog, no caso, a questão da mobilidade social em Belo Horizonte, podemos iniciar a discussão sobre este abordando as questões socias e economicas presentes em nossa vida.
Para construirmos uma cidade consciente, organizada e equilibrada devemos ter no mínimo uma opinião pública vigente capaz de criar alternativas para haver mudanças e principalmente melhorias em nosso sistema.
Já tocando nos temas propostos, como a "Degradação da energia, transporte coletivo e mobilidade urbana", temos uma ideia e parâmetros a seguir nessa discussão. Como por exemplo, de que maneira nós cidadãos podemos provocar melhorias socias envolvendo todas as classes sociais e a diversidade encontradas em nossa capital?
Começamos pelo próprio texto "O primeiro automovel de motor a explosão do Brasil", em que nele conseguimos citar um problema vigente tanto na sociedade de 1890, quanto na atual,que seria o triste estado em que se encontra as ruas e os locais exclusivos de circulação veicular, o que prejudica visivelmente a mobilidade urbana e consequentemente é um dos eixos do tema abordado.
Outro ponto a ser discutido são as possibilidades viáveis que temos para o controle urbano, tanto como soluções tecnologicas, ou como alternativas ja existentes, mas que devem ser adaptadas à nova realidade, como no caso o metro de BH. O metro é um dos meios mais adequados para o transporte coletivo na região metropolitana e que visa a integração de toda as regiões que exercem influencia en Belo Horizonte. Este meio de transporte, com melhorias tecnologicas e maior eficiencia nas cidades, seria um meio adequado para o trasporte inter-urbano e interno nas cidades.
Agora, relacionaremos a 2º lei da termodinamica com a mobilidade urbana e a degradação da energia. A segunda lei da termodinamica relaciona-se ao rendimento das maquinas termicas e da "degradação" da energia, a mobilidade urbana, aos transportes urbanos e os problemas advindos da urbanização, e a degradação da energia com o alto gasto de energia proveniente da atuação das maquinas termicas, no caso os automoveis. Tais conceitos, integram os problemas discutidos e propostos por este blog e esperamos que seja suma importância este comentario discutido entre os alunos do CEFET-MG.
Desde o século passado já há reclamações quanto ao estado de vias públicas. Há muitas melhorias a serem feitas pelas condições do nosso transporte automobilístico. Se houvesse investimento no transporte público os grandes beneficiados também seriam os motoristas de carros particulares, pois a diminuição do fluxo de carros resultaria em vias mais vazias, menos congestionamentos e mais rapidez, tanto no transporte coletivo quanto no individual. As melhorias do transporte coletivo acarretariam em melhorias em todos os transportes da cidade.
ResponderExcluirELT-2B Grupo: Raphael Afonso, Thiago de Rezende e Matheus Ângelo.
Como dito neste post, pouca coisa mudou em relação ao uso dos motores de combustão desde que Santos Dumont trouxe para o Brasil o primeiro carro equipado com tal tipo de motor, a não ser os aperfeiçoamentos neles feitos com o passar do tempo, e, claro, a intensificação do uso dos mesmos, fato influenciado por diversos fatores sociais e econômicos. É a partir desta afrimativa que pode se observar a despreocupação e falta de interesse da sociedade e principalmente dos políticos em relação ao meio ambiente em função de toda a poluição que tais motores podem gerar, uma vez que não são amplamente debatidas outras formas de transporte ou uso de combustíveis menos poluentes. Tais questões tem sido mais levantadas somente nos últimos tempos devido ao aquecimento global e todas as catástrofes naturais causadas, teoricamente, pela ação e influencia do homem no ambiente, mas mesmo assim de forma estreita - não são muitas as alternativas economicamente viáveis propostas, por exemplo, na substituição de tais motores. Por esse motivo, pode-se pensar em atos mais simples, como, por exemplo, tornar o sistema de transporte coletivo realmente coletivo, melhorando o serviço prestado por ele, barateando as passagens e atendendo uma maior quantidade de bairros e locais. Dessa maneira, menos carros circulariam, menos poluição seria gerada, menos trânsito e estresse, e, consequentemente, maior nível de qualidade de vida para toda a população. Poucas coisas mudaram em relação ao uso dos motores de combustão. Mesmo que pouco mude daqui para frente, é preciso saber usar de forma consciente dos recursos disponíveis.
ResponderExcluirMEI 2A - Guilherme Santana, Fernanda Sant'Ana, Guilherme Eugênio, Lívia Paraguassu
MEC2A MAURO BARBOSA/LUCAS SANTIAGO/JOÃO LUCAS/FELIPE BERTÚ
ResponderExcluirApós a leitura do texto, nosso grupo concluiu que hoje, assim como em 1901, o estado das ruas e estradas do nosso país é péssimo e que é necessário um grande movimento da população assim como o que Henrique Santos Dumont fez em 1901, para que as ruas e estradas do país sejam melhoradas.
A notícia nos mostra claramente a ineficiência na politica brasileira, pois desde aquela época ainda temos os problemas com as estradas brasileiras. Mesmo se passando 111 anos não conseguiram solucionar este problema que acaba gerando transtornos no transito e até mesmo o encarecimento do preço de um frete devido a revisão que deverá ser feita com uma quilometragem menor. No trânsito de São Paulo, caso um carro passe por um buraco e ocorra, por exemplo, a quebra do eixo do carro, causará um engarrafamento que agravará o já existente que não é pequeno. Com isso emitimos mais poluentes na atmosfera, dificultamos a volta de trabalhadores para casa, aumentando sua exaustão, além de vários outros fatores que levam a diminuição do tempo de vida do planeta. Porém a solução não está somente na adequação das vias de transito. Atualmente vemos o sistema de revezamento de carros que diminui a quantidade de carros rodando, diminuindo consequentemente o trânsito. Outra tecnologia que já está em desenvolvimento e que pode diminuir o problema da emissão de poluentes são os motores elétricos e híbridos. Estes atualmente ainda não conseguem o desempenho de um motor a combustível fóssil, mas está sendo bastante significativo nos principais salões de automóveis do mundo como o de Detroit e Genebra.
ResponderExcluirMecânica 2A - Alex Vitor, Diego Oney, Guilherme Eduardo e Vitor Braga
Essa notícia sobre antiguidade dos problemas relativos ao transporte por automóveis já sinaliza que o melhor caminho não é a ênfase no transporte individual. Vias bem pavimentadas, sem buracos, facilitando o fluxo dos veículos, hoje, não resolveriam o problema da mobilidade. A sociedade precisa se mobilizar de fato para exigir investimentos em diferentes modalidades de transporte coletivo, tendo o metrô como eixo estruturador de uma política de transporte. O transporte, conforme artigo do economista João Luiz, postado neste blog, defende a visão do transporte como bem público e por isso com forte controle e financiamento por parte dos governos. Hoje está mostrado que ter como meta adquirir um carro como alternativa ao transporte público sem qualidade não resolve, pois, ao final, nem ônibus, nem carros circulam em Belo Horizonte.
ResponderExcluirPrecisamos pensar e executar ações coletivas. Podemos fazer algo, a partir do CEFET-MG?
Adelson.
Matheus Batista, Pedro Melgaço e Samuel Linhares - MEC 2A
ResponderExcluirSantos Dumont foi realmente genial. Além de ser o nosso "Pai da aviação", consegui, em uma de suas viagens, ser o pioneiro na implantação do automóvel no sistema de transporte brasileiro. No texto, podemos observar que logo apos a vinda do seu "automobile", outra pessoa (possivelmente, Conde Álvares Penteado) adquiriu também um veiculo, mostrando que o pioneirismo de Santos Dumont foi bem aceito pelos brasileiros.
Há também evidencias no texto que demonstram que desde o primeiro automóvel, o brasileiro sofre com a má conservação da malha viária, e essa ineficiência se mantém por mais de cem anos.
Hoje em dia, o brasileiro, além de pagar muitos impostos, paga também pelo carro mais caro, além da péssima qualidade e comprometimento das fabricas em trazer seus carros em baixas condições, caso comparado à outros países, para piorar, esses veículos circulam em uma das piores vias rodoviárias possíveis.
A partir da leitura do texto apresentado, percebemos com clareza que a partir de 1901 com a criação de um veículo particular visando principalmente a melhor transição de um lugar ao outro de modo particular, o trajeto feito pelos veículos não eram (e não são, ainda) feitos com certa segurança, devido, principalmente, à má pavimentação das vias, causando desgaste aos pneus dos veículos e possíveis acidentes que poderiam ser evitados se aquelas fossem bem pavimentadas, bem sinalizadas e com determinada velocidade local respeitada. Obviamente, hoje em dia a situação não é diferente de 111 anos atrás, onde começaram a pensar de modo amplo em como transitar de maneira confortável e em segurança. Apesar de pessoas com poder superior ao dos cidadãos comuns poder fazer o melhor para o trânsito de veículos, com pavimentação adequada ao número e porte de veículos que passam pelo local (por exemplo, se transitam muitos veículos diariamente, é necessário um pavimento feito com material mais resistente e se transitam poucos, é necessário um pavimento de qualidade, mas não com tamanha eficiência do que o primeiro, já que raramente irá causar problemas), sinalizações adequadas às vias, fiscalizações constantes diariamente, entre outros. O cidadão também deve estar ciente de que ele também é um dos personagens dessa história, pois o este deve respeitar as leis impostas para transitar (de acordo com o CTB), respeitar as sinalizações implantadas no local para não atrapalhar o fluxo de outros veículos e de pessoas e, de certa maneira, reclamar os seus direitos quando não está satisfeito com determinada via, para que possam ser feitas melhorias, que inicialmente serão estudadas a fim de comprovar sua viabilidade.
ResponderExcluirConcluindo, é necessário um consenso entre os cidadãos e aqueles que trabalham planejando as vias e sinalizações das mesmas, para que haja despreocupação com acidentes futuros e estragos tanto á vida humana, quanto ao meio ambiente.
Estradas e Transporte e Trânsito 2A- Amanda Prates, Bárbara Luiza, Caio Henrique, Nathalia Regina e Yara Carolina.
Podemos constatar que desde a época em que nos foi introduzido o veículo motorizado, fizeram-se presentes os problemas de seu uso. Se naquela época era difícil pela falta de adaptação das ruas, que acabavam por estragar os automóveis, hoje vemos que as ruas continuam péssimas e é sempre necessária a manutenção do veículo. Esse rápido desgaste eleva a demanda dos carros, contribuindo para o aumento dos congestionamentos, não só em horários de pico. Naquela época já se pensava nesses problemas, então já passou da hora de investir nas soluções.
ResponderExcluirQUI 2A- Professor Alfredo Melk
Grupo: Carolina Soares, Renata Teixeira, Tainá Moreira, Verônica Nascimento, Yolanda Moreno
Alunos: Andressa, Carolina Moreno, Júlia Lima, Laura e Lucas Olímpio de QUI2A
ResponderExcluirO texto 'O primeiro automóvel de motor a explosão no Brasil’ tem como tema central o primeiro automóvel de motor a explosão no Brasil, assim como se refere o título. Além disso, é apresentada a deficiência de manutenção das estradas brasileiras desde mais de um século atrás. Essa carência é observada tanto em estradas sob responsabilidade nacional, como estadual e municipal.
Nosso país arrecada vários tipos de impostos, dentre eles o IPVA, cuja verba obtida deveria ser destinada a melhoria das nossas estradas. Mas o dinheiro não é destinado a manutenção das rodovias, e a população paga mais tarifas, em forma de pedágios, para a melhoria das mesmas. Isso tudo é um absurdo, pois a população além de ter gastos com a aquisição do veículo e de manutenção do mesmo, ela têm que pagar para ter acesso às estradas que foram fechadas e entregadas a particulares.
A força produz movimento e deformação. Portanto se a energia usada para movimento dos carros é usada para danificar peças, a energia necessária para deslocar uma determinada distancia se torna maior.
A energia térmica liberada não pode ser convertida integralmente em energia mecânica e parte dela é convertida em força para o movimento é gasta em deformação. Assim, o rendimento do carro diminui ainda mais.
Podemos ver que o problema automobilístico não é de hoje, desde o século passado as primeiras pessoas a possuírem automóveis já reclamavam do péssimo estado das estradas brasileiras. Em São Paulo, por exemplo, o ramo automobilístico se desenvolveu como em nenhum outro estado, este feito foi ótimo para o setor financeiro, mas de que adianta termos milhares de carros, caminhões e ônibus, sendo produzidos sem termo estradas em boas condições para que os automóveis possam circular em perfeito estado: Deveria haver um investimento tão grande nas rodovias quanto há no setor automobilístico, pois consequentemente os automóveis teriam uma durabilidade muito maior, diminuindo o numero de carros comprados em um mesmo período de tempo. Se não houver uma conscientização tanto do governo como dos condutores será impossível termos uma melhora no transito atual.
ResponderExcluirVitor Sampaio
Lucas de Fátima
Vincenzo Boscia
Mateus Henrique
ELE 2A
Grupo: Bárbara Viegas, Gabriella Carlos, Nathália Rodrigues e Stephanie Lorrane
ResponderExcluirTurma: Equipamentos Biomédicos – 2ºA
É interessante saber que o primeiro automóvel de motor a explosão que o Brasil ganhou foi um presente de Santos Dumont, considerado por muitos brasileiros como o inventor do dirigível, do avião e do ultraleve.
A descoberta de um veículo movido a motor de combustão que fora trazido por Santos Dumont para o Brasil foi uma novidade e tanta, do qual a necessidade para se locomover não dependia de nenhum animal, água ou vento, mas era apenas um processo químico e físico que obtinha como resultado algo que conseguia nos movimentar por grandes distantes e de maneira mai eficaz. Atualmente, a única coisa que nos leva àquela breve história são documentários e registros passados que demonstra como uma evolução mundial pode vir por pequenos gestos e pequenas ambições que transformam totalmente o mundo que vivemos.
É possível notar, com a petição de Henrique Santos Dumont (irmão de Santos Dumont) ao governo, que os problemas enfrentados em relação à falta de infraestrutura urbana, o que dificultava muito a preservação dos automóveis, é desde tempos remotos. Toda essa situação remete imediatamente para o nosso atual cotidiano, onde vivemos em constante contato com a falta de preocupação, desprezo e desinteresse por parte do governo com nossas estradas, ruas e avenidas, que acaba por provocar desgaste dos veículos, uma difícil mobilidade urbana, além de provocar acidentes que podem acabar em feridos e mortes. Todo esse descuido deveria ser constantemente vigiado e cuidado para o bem da população como um todo.
O texto conta a historia do primeiro carro a combustão do Brasil, fala sobre a preocupação do Dr. Henrique Santos Dumont com o dano que as ruas causam aos carros, que está documentado em um requerimento, e que até hoje isso é uma insatisfação dos usuários deste meio de transporte. Por fim, conclui com uma afirmativa muito interessante para o tema tratado no blog: “Pena que requerimento idêntico tenha a característica do primitivo: inócuo”. Com todos os problemas que andamos enfrentando atualmente causadas pelos automóveis, como o transito causado pelo alto numero de veículos na rua, os acidentes que ocorrem com uma freqüência significativa, e a poluição, esta preocupação com relação a má qualidade das ruas para o uso dos carros é das mais “inofensivas”. Como é mostrado em outras postagens do blog, a substituição dos carros por meios menos agressivos, como o ônibus e melhor ainda, as bicicletas, é o que deve ter prioridade de preocupação no nosso quadro atual.
ResponderExcluirLuiz Henrique
Marcelo Felix
Sara Bittencourt
ELT2B (Prof. Adelson)
O texto lido fala do primeiro automóvel de motor a explosão no Brasil, assim como se refere o título. Além disso, é apresentada a deficiência de manutenção das estradas brasileiras desde mais de um século atrás. Essa carência é observada tanto em estradas sob responsabilidade nacional, como estadual e municipal.
ResponderExcluirNosso país arrecada vários tipos de impostos, dentre eles o IPVA, cuja verba obtida deveria ser destinada a melhoria das nossas estradas. Mas o dinheiro não é destinado a manutenção das rodovias, e a população paga mais tarifas, em forma de pedágios, para a melhoria das mesmas. Isso tudo é um absurdo, pois a população além de ter gastos com a aquisição do veículo e de manutenção do mesmo, têm que pagar para ter acesso às estradas que foram fechadas e entregadas a particulares.
A força produz movimento e deformação. Portanto se a energia usada para movimento dos carros é usada para danificar peças, a energia necessária para deslocar uma determinada distancia se torna maior.
A energia térmica liberada não pode ser convertida integralmente em energia mecânica e parte dela é convertida em força para o movimento é gasta em deformação. Assim, o rendimento do carro diminui ainda mais.
GRUPO: ANDRESSA OLIVEIRA, CAROLINA MORENO, JÚLIA LIMA, LAURA MASCARENHAS E LUCAS OLÍMPIO.
QUI2A
PROFESSOR: ALFREDO MELK
Matheus Batista, Pedro Melgaço, Samuel Linhares e Marco Antônio - MEC 2A
ResponderExcluirSantos Dumont foi realmente genial. Além de ser o nosso "Pai da aviação", consegui, em uma de suas viagens, ser o pioneiro na implantação do automóvel no sistema de transporte brasileiro. No texto, podemos observar que logo apos a vinda do seu "automobile", outra pessoa (possivelmente, Conde Álvares Penteado) adquiriu também um veiculo, mostrando que o pioneirismo de Santos Dumont foi bem aceito pelos brasileiros.
Há também evidencias no texto que demonstram que desde o primeiro automóvel, o brasileiro sofre com a má conservação da malha viária, e essa ineficiência se mantém por mais de cem anos.
Hoje em dia, o brasileiro, além de pagar muitos impostos, paga também pelo carro mais caro, além da péssima qualidade e comprometimento das fabricas em trazer seus carros em baixas condições, caso comparado à outros países, para piorar, esses veículos circulam em uma das piores vias rodoviárias possíveis
Na matéria: ”O primeiro automóvel de motor a explosão do Brasil”, já é claro e evidente a visão individualista, de nós seres humanos. Santos Dumont trouxe como objeto de pesquisa e uso (em sua minoria), um carro. Por que não poderia ser algo popular? Algo que atendesse a toda população, afinal naquela época, carros no Brasil era algo quase inexistente. Então o que as pesquisas de Santos Dumont poderiam contribuir naquele momento (pois depois foram de grande utilidade)para a maioria da população?
ResponderExcluirEsta visão individualista, também pode ser indicada com um fator determinante das más condições de nossas estradas. Desde o inicio do século passado, temos registros de que os transportes sempre andaram acompanhados das Péssimas condições das estradas.E que desde daquele momento as autoridades foram acionadas(como mostrado na reportagem).Se trouxermos esta situação para os dias de hoje ,não encontraremos muitas diferenças ,afinal o que mudou foi apenas o acréscimo de veículos,e o descaso dos governantes é o mesmo.Muitas vezes as supremas autoridades através de atos ilícitos desviam verbas e benefícios que serião utilizadas em um bem que favoreceria a todos:,que seria a construção e reforma de estradas,mas pelo contrário pensam apenas em encher seus bolsos.Um exemplo claro de tudo isso é a Transamazônica,rodovia que começou a ser construída na década de 70 e até o momento não foi concluída.Então vamos analisar melhor :por que construir uma rodovia de tão grande porte naquele local?Por que ela nunca foi concluída?Essas perguntas são difíceis de serem respondidas, porém são duvida para a maioria da população, Não só a Transamazônica se encontra em estado de calamidade, pelo contrario a maioria de nossas vias se encontram num estado critico.E ai surge a pergunta para onde vai os tão altos impostos que pagamos ?Para o bolso de poucos?Para o bem da maioria sabemos que não é.
ETT 2A
Carlo Roberto,Erika Soares,Debora Mc Quade,Larissa Alves e Nicole Ferreira
Alunos do segundo ano de Equipamentos Biomedicos: Alef Sales,Victor Gino e Virgílio Mendes- Professor Alfredo Melk
ResponderExcluirTocando nos temas propostos, como a "Degradação da energia, transporte coletivo e mobilidade urbana", temos uma ideia e parâmetros a seguir nessa discussão. Como por exemplo, de que maneira nós cidadãos podemos provocar melhorias socias envolvendo todas as classes sociais e a diversidade encontradas em nossa capital?
Começamos pelo próprio texto "O primeiro automovel de motor a explosão do Brasil", em que nele conseguimos citar um problema vigente tanto na sociedade de 1890, quanto na atual,que seria o triste estado em que se encontra as ruas e os locais exclusivos de circulação veicular, o que prejudica visivelmente a mobilidade urbana e consequentemente é um dos eixos do tema abordado.
Outro ponto a ser discutido são as possibilidades viáveis que temos para o controle urbano, tanto como soluções tecnologicas, ou como alternativas ja existentes, mas que devem ser adaptadas à nova realidade, como no caso o metro de BH. O metro é um dos meios mais adequados para o transporte coletivo na região metropolitana e que visa a integração de toda as regiões que exercem influencia en Belo Horizonte. Este meio de transporte, com melhorias tecnologicas e maior eficiencia nas cidades, seria um meio adequado para o trasporte inter-urbano e interno nas cidades.
Agora, relacionaremos a 2º lei da termodinamica com a mobilidade urbana e a degradação da energia. A segunda lei da termodinamica relaciona-se ao rendimento das maquinas termicas e da "degradação" da energia, a mobilidade urbana, aos transportes urbanos e os problemas advindos da urbanização, e a degradação da energia com o alto gasto de energia proveniente da atuação das maquinas termicas, no caso os automoveis. Tais conceitos, integram os problemas discutidos e propostos por este blog e esperamos que seja suma importância este comentario discutido entre os alunos do CEFET-MG.
Lendo o texto, podemos perceber que desde 1901 o Brasil já possui sérios problemas na questão do transporte, assim como diz no texto de Henrique Santos Drummont: "[...]após qualquer excursão, por mais curtas que sejam, são necessários dispendiosos reparos no veículo devido à má adaptação de nosso calçamento pelo qual são prejudicados sempre os pneus das rodas.". O mais preocupante disso tudo é o fato dessa frase se encaixar perfeitamente a realidade que temos hoje em dia, mais de 110 anos depois da publicação desse trecho. Ainda podemos pensar que a situação atual é pior do que a da época, uma vez que ainda não havia um interesse no investimento para o transporte automobilístico, pois quase não havia carros no país. Isto reflete como nossa situação atual está chegando a niveis alarmantes, a ponto de ser comparado com uma situaçao de 110 anos atrás, onde meramente existiam carros, necessitamos de mudanças urgentes nesse quadro
ResponderExcluirVítor Martins, William Jefferson e Fabiano Dutra - MCT 2A