segunda-feira, 7 de maio de 2012

Questões propostas no debate

QUESTÕES PROPOSTAS NO DEBATE QUE NÃO FORAM DISCUTIDAS (3)

Alternativas tecnológicas

Qual seria a viabilidade da implantação de transportes públicos movidos a eletricidade, considerando que a matriz energética predominante no Brasil é a hidrelétrica, considerada limpa, e também considerando a influência política da Petrobrás, que seu interesse no mercado consumidor de combustíveis fósseis? ( Lucas, Lara e João, QUI 2A) 

Existe uma forma de transporte criada por um brasileiro que utiliza comboios movidos por princípios da pneumática, ou seja, movidos a ar, chamado aeromóvel. No próprio país de origem, a idéia não foi valorizada, mas em países como a Indonésia, existem linhas em operação. O que vocês pensam a respeito disso? Vocês conhecem o aeromóvel e o vêem como solução de transporte ecológico para grandes cidades ou não? (Diego, EDI 2B)




6 comentários:

  1. Considero que é preciso discutir seriamente a possibilidade de substituição da tecnologia do motor de combustão por outra mais eficiente e menos poluente. Não conhecia a alternativa do ônibus híbrido com gerador elétrico movido a combustível fóssil em uma primeira etapa e, posteriormente com célula de hidrogênio.

    Em uma escola como o CEFET, temas como esse devem ser mais aprofundados. Isso vale apra os comboios pneumáticos, alternativa que desconheço, mas que vale a pena ser pesquisada.

    Certamente a introdução do carro elétrico significa enfrentar essa economia movida a petróleo. Como vários outros fatores que podem melhorar a mobilidade urbana, a dimensão política e de correlação de forças na sociedade são aspectos essenciais.

    Por isso considero muito importante pensar em ações afirmativas, coletivas e contínuas de modo a forçar a revisão das políticas públicas na perspectiva do transporte como bem público, muito bem colocado pelo João Luiz.

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  2. O comentário, logo acima, foi postado por Adelson.

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  3. O Brasil é um país grande, com recursos energéticos vastos, principalmente quando trata-se da energia obtida através das hidrelétricas. Energia considerada limpa, renovável - mesmo que, quando o assunto é construir hidrelétricas, os impactos causados geram intensas discussões.
    As alternativas parecem boas, pois substituiriam os motores que utilizam dos combustíveis fósseis, não renováveis e poluentes, caracterizados como um dos causadores do efeito estufa. Mas, há de se considerar empresas como Petrobrás, que tem como fonte de lucro a exploração do Petróleo, além da extensão do número de veículos com motores de combustão. Seriam milhões de veículos a serem trocados, o que também dificulta a idéia. Sendo assim, a viabilidade de implantação de transportes públicos movidos a eletricidade torna-se baixa, pouco convidativa, principalmente aos olhos do governo e das empresas que hoje lucram nos meios relacionados à tecnologia atual, de combustão interna.



    Quanto ao aeromóvel, não há um conhecimento vasto no que diz respeito às suas características. Mas quando se fala em fontes de energias renováveis, nem tudo é como parece. Quase sempre nesses casos o veiculo é inferior àquele que utiliza-se de combustíveis fosseis, podendo ou não ser o caso do aeromóvel. Numa grande cidade, qual a desenvoltura desses aeromóveis comparadas ao automóvel comum?! Então pensamos que essa pode não ser a solução para os problemas que enfrentamos. Todos esses projetos de veículos com energias não poluente e renováveis envolvem uma série de fatores que devem ser muito bem analisados antes de se colocar em prática. Custos de fabricação, de implementação dos novos veículos entre as pessoas, já acostumadas com os veículos à combustão. Fatores como estes são bastantes preponderantes quando o assunto é a viabilidade de uma nova tecnologia, como a do aeromóvel. A Indonésia é um país muito diferente do Brasil, em vários aspectos, e não podemos afirmar que daria certo no nosso país porque teve sucesso no país Asiático.


    Comentário feito por:
    Luan Scheidt
    Lucas Faleiro
    Pedro Henrique
    Rayan Andrade

    TURMA de Mecatrônica 2A

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  4. O transporte urbano movido a energia elétrica é a tendência tecnológica desenhada nos dias atuais, seja hidroelétrica nos metrôs e troleibus, ou híbrida, no curto e médio prazo, com geradores diesel, biodiesel, gás, gasolina ou etanol, e, no longo prazo, com o hidrogênio. A Petrobrás segue com seus interesses na petroquímica e em outros usos. Uma possibilidade será a produção do hidrogênio a partir dos combustíveis fósseis se solucionada a questão da produção poluente do gás carbônico.

    João Luiz.

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  5. O aeromóvel de Oskar Coester, um gaúcho de Pelotas, apesar do apoio financeiro da extinta Empresa Brasileira de Transportes Urbanos em 1979, não conseguiu se viabilizar. A linha de 1 km implantada entre o Centro Cultural do Gasoduto e o prédio da Receita Federal em Porto Alegre funciona há 27 anos como uma curiosidade turística. A linha implantada em Jacarta, em 1989, tem 3,5 km e funciona como transporte interno de um centro de exposições. A Trensurb, a empresa do trem metropolitano de Porto Alegre, está licitando agora a ligação entre a Estação Aeroporto do metrô com o Aeroporto Salgado Filho, com 950 m de extensão, a ser operada com o aeromóvel. É um transporte ecológico, mas não se provou viável para volumes significativos de demanda.

    João Luiz.

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  6. Notando que os pontos primordiais da palestra foram soluções para problemas vivenciados não só na capital mineira, mas em todo o país, dando ênfase mais do que clara e justa, entre outros, ao preço tabelado e absurdo empregado nas empresas de transportes públicos que monopolizam o mercado, fazendo com que o trabalhador fique sujeito a pagar esse valor, que em comparação ao salário mínimo brasileiro, representa uma quantia taxativamente alta e nesse caso o nosso grupo tem como propostas para solucionar os problemas vivenciados na sociedade atual onde estamos de acordo com as propostas de fontes alternativas para a geração de energia, substituindo as fontes não renováveis e muito poluentes, as mais viáveis estão sendo a elétrica, e o hidrogênio em um futuro próximo. A questão da nova hidrelétrica aqui no Brasil gerou muitas discussões e muita polemica.
    A questão do aeromovel, como foi discutida acima, pode não ser a solução para o problema que enfrentamos no Brasil, pois aqui é um país bem diferente dos asiáticos. Para implementar algo como isso no meio que vivemos, devemos considerar vários fatos, como viabilidade no mercado, custo de fabricação, espaço, substituição do veiculo antigo, etc., portanto pode não resolver a situação que estamos passando. Como principal duvida do grupo, não podemos dizer que se trata só de uma duvida, mas sim um pouco de revolta e indignação, dada pelo fato de que o governo, em sua incapacidade cada vez mais visível, não intervir nos transportes públicos das grandes cidades do país! Tendo em vista que a copa do mundo será um evento de amplitude mundial, o governo tem de se adequar para não passar vergonha! Como vocês acham que a copa do mundo pode influenciar positiva e negativamente nos meios de transportes de BH? E vocês da bancada acham que o rodízio de placas, igual o feito em SP, daria certo na capital mineira?

    Desde já agradecemos!

    EDUARDO FERREIRA AUGUSTO, FILIPE MARTINS DA COSTA MAGALHAES E JOAO PAULO ANTUNES ROCHA!
    MEC 2B

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