segunda-feira, 7 de maio de 2012

Questões propostas no debate

QUESTÕES PROPOSTAS NO DEBATE QUE NÃO FORAM DISCUTIDAS (4)

Uma pergunta específica para os participantes da mesa

Vocês dissertaram sobre todas essas práticas sustentáveis, mas a questão é: vocês fazem a parte designada a vocês? Quais dos presentes na bancada vem ao trabalho de transporte público?

2 comentários:

  1. Venho de metrô regularmente, exceto em dia que estou muito gripado ou quando chove fortemente nos horários em que estaria a caminho do CEFET. Tem sido uma prática extremamente saudável e tem como uma das causas um debate como esse que realizamos ano passado.

    Mas faço isso porque é viável, tenho o conforto necessário e consigo adequar o tempo do deslocamenteo aos meus compromissos no CEFET.

    Dependendo das condições que me fossem ofertadas pelo transporte público e das minhas necessidades, eu viria de carro.

    Acredito que a pergunta primeira é o que podemos fazer coletivamente para reagir a esse estado de coisas que leva ao predomínio do carro particular como alternativa de transporte. Devemos buscar juntos uma ação afirmativa e coletiva. Somos capazes disso, a partir do CEFET?

    Adelson.

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  2. Fazer a nossa parte não significa nos imolarmos em um transporte público descaracterizado e de má qualidade, mas lutarmos para resgatá-lo e requalificá-lo. O transporte público de mercado, bem inferior, só é utilizado pelo usuário cativo, porque quem não dispõe de melhor alternativa. É importante, para os militantes não mais usuários, conferirem sua realidade, usando-o eventualmente, metrô e ônibus, para atualizarem os conceitos. A triste realidade do transporte público tem que ser alterada. Quando começar a reversão, caberá a chamada para todos deixarmos nossos carros e utilizarmos o transporte público. Aí, no início da trajetória de reversão, eventuais sacrifícios estarão justificados pelo que se constrói.

    João Luiz.

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