O ponto de partida dos debates foram duas reportagens do semanário Carta Capital, disponíveis nessa página. Os estudantes do segundo ano estudaram as reportagens e produziram textos e questões que subsidiaram o debate em cada turma. Foi uma experiência rica, que mais uma vez demonstrou os muitos talentos do alunado do CEFET-MG.
Neste 2012, vamos ampliar o debate. Ele acontecerá no auditório do CEFET –MG, Campus I, com todas as turmas de segundo ano, juntas. Nesse debate teremos falas que contemplem as dimensões científica, política, técnica e a perspectiva do usuário do transporte coletivo. Os alunos de terceiro ano, pelo que produziram ano passado, estão especialmente convidados! Os do primeiro ano e demais profissionais do CEFET também!
Como apresentamos o tema da Mobilidade Urbana e Modelos de Transporte, tendo em vista as implicações sociais da tecnociência?
A utilização da tecnologia do motor de combustão interna nos sistemas de transporte tem implicações sociais.
Ao se comparar a energia gasta por km, por pessoa, constata-se que a utilização do automóvel particular gasta uma quantidade bem maior de energia. Isso implica em mais gasto de energia e mais emissões de CO2 e outros gases poluentes na atmosfera.
O rendimento médio dos motores de combustão é muito baixo. A maior parte da energia liberada (o Q1 da figura) na combustão (70%!) é desperdiçada.
O excesso de automóveis em circulação nas grandes cidades torna a mobilidade urbana uma impossibilidade e isso é um problema que aflige a todos os seus habitantes.
Por que a tecnologia dos motores de combustão tem um rendimento tão baixo? Se há tantas ressalvas quanto ao uso do carro particular e da tecnologia dos motores de combustão, por que há tantos carros particulares circulando e porque essa tecnologia é intensivamente utilizada? Que ações podem ser desenvolvidas em nossa cidade para solucionar o problema da mobilidade?
As reportagens de Carta Capital, que referenciaram o debate com as turmas de 2º ano em 2011:
O
efeito da inércia: os problemas são conhecidos, as soluções também. Por que
então é quase impossível melhorar o trânsito nas grandes cidades? http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/10905
Retrocesso em vias rápidas:
crítica à política pública de transporte implementada pela administração
municipal de São Paulo. Serve de exemplo para nós?
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/retrocesso-em-vias-rapidas/
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/retrocesso-em-vias-rapidas/
A síntese dos debates:
As intervenções nos debates foram críticas, abrangentes, bem
articuladas. Expressaram visões que pensam o coletivo e não apenas a dimensão
individual. Por isso, o debate foi rico de idéias e posicionamentos, ofereceu
diferentes instrumentos para compreender o tema, que se revelou bastante
complexo.
Cada alternativa apresentada para melhorar a mobilidade urbana era
contraposta a um conjunto de variáveis e dificuldades que relativizavam a
possível solução trazida por ela. Não obstante, foi possível destacar uma
controvérsia em torno de duas delas. A primeira é a de um plano de investimento
no transporte de massa com clara prioridade para o metrô, em detrimento de
outras opções de transporte de massa. As principais razões apontadas para
adoção desse plano: capacidade de atendimento e menor impacto ambiental do
ponto de vista da poluição atmosférica.
Sobre esse ponto de vista, veja o vídeo da entrevista com o professor Nilson Nunes, da Escola de Engenharia da UFMG: BRTs ou metrô? http://atalhosbh.wordpress.com/onibus/)
Sobre esse ponto de vista, veja o vídeo da entrevista com o professor Nilson Nunes, da Escola de Engenharia da UFMG: BRTs ou metrô? http://atalhosbh.wordpress.com/onibus/)
Leia também a reportagem do ‘Hoje em Dia’ fazendo a defesa do metrô como espinha dorsal de uma política pública para o transporte coletivo.
A segunda é a de um plano que combine diferentes alternativas, dentre elas, os corredores rápidos para ônibus. Ainda que estes sejam poluentes e utilizem uma tecnologia de baixo rendimento, ele se apresenta mais viável, em termos técnicos e financeiros, e permite a elaboração de um plano que leve em conta as diferenças de adensamento populacional nas várias regiões da cidade. Uma parte significativa do debate girou em torno dessas duas alternativas.
Foram destacados os conflitos de interesses que envolvem as soluções
para o problema da mobilidade. Desestimular a utilização de carros particulares
no transporte urbano pode implicar em queda nas vendas, isso afeta a economia,
a geração de empregos e implica em enfrentar um grupo econômico com forte
influência política em todas as instâncias e níveis de poder público. O
crescimento da frota de carros particulares está relacionado a aspectos
econômicos importantes. A indústria automobilística no Brasil foi um elemento
de estabilidade da economia, durante a crise que se iniciou em 2008, que afetou
um grande número de países, especialmente os desenvolvidos. A redução do IPI
sobre a venda de carros aqueceu a economia e, entre outros indicadores, manteve
a oferta de empregos. Há que se perguntar a que custo. Uma das conseqüências
foi a maior circulação de carros e o agravamento do problema da mobilidade e da
poluição ambiental nos grandes centros urbanos.
Veja o vídeo Transporte Público em debate no Programa Extra Classe – A questão do metrô. Neste vídeo, há uma entrevista com Renato Melo, que elaborou o Projeto Ideal para o Metrô em Belo Horizonte. Em destaque, ‘Movimento Pró Metrô’ apresentado durante a primeira parte da entrevista. Você conhece o Movimento Pró Metrô? É uma alternativa de mobilização para reivindicar uma política de transporte coletivo que atenda às necessidades da população de Belo Horizonte?
Veja o vídeo Transporte Público em debate no Programa Extra Classe – A questão do metrô. Neste vídeo, há uma entrevista com Renato Melo, que elaborou o Projeto Ideal para o Metrô em Belo Horizonte. Em destaque, ‘Movimento Pró Metrô’ apresentado durante a primeira parte da entrevista. Você conhece o Movimento Pró Metrô? É uma alternativa de mobilização para reivindicar uma política de transporte coletivo que atenda às necessidades da população de Belo Horizonte?
Investir em transportes de massa como o metrô e o veículo leve sobre
trilhos (VLT) significa diminuir a demanda sobre ônibus e isso fere interesses
das empresas de transporte coletivo, que influenciam significativamente as
decisões relativas a políticas públicas municipais.
Existe ainda o mercado imobiliário que atua como um fator gerador de
demandas por transporte e vias para circulação de veículos, sem a devida
regulação pública e a devida articulação com políticas públicas de transporte.
A lógica do mercado imobiliário é regulada principalmente por interesses
advindos do plano individual.
Essas relações entre grupos econômicos e agentes políticos está sujeita
à corrupção e a colocação de interesses particulares, sem compromissos éticos,
acima do interesse público.
Em relação às políticas envolvendo o transporte público, falta visão de
longo prazo. Esse aspecto foi relacionado às obras viárias projetadas para
atender a circulação de turistas durante a Copa de 2014. Ainda que deixem um
legado, essas intervenções foram motivadas por uma demanda de curto prazo. Na
medida em que são conseqüência desse imediatismo, suas contribuições para a
solução do problema são limitadas e circunscritas às áreas de circulação dos
turistas. Os problemas de mobilidade de Belo Horizonte são maiores e mais
amplos. Essas intervenções podem ser benéficas para algumas regiões, mas são
insuficientes e não atendem a uma visão de longo prazo.
Por um lado, prevalece a crítica aos responsáveis pela formulação e
execução de políticas públicas, muitas vezes submetidas a interesses privados. Por
outro, foi destacado também a omissão da população e a ausência de participação
popular na definição e encaminhamento de tais políticas. Existe ainda a questão
cultural e a necessidade de mudança de comportamento que implica trocar o
transporte particular pelo público. Isso implica na melhoria do transporte
público de modo que este seja crescentemente utilizado, em detrimento do
transporte particular.
O coordenador do curso de Transportes chamou atenção para a importância
de não se dicotomizar o transporte público e o particular, mas pensar uma
política de transporte que ofereça um leque de alternativas com prioridade para
as modalidades de transporte coletivo. Ainda assim, com essas opções, será
necessária uma mudança de hábitos e a abertura pessoal para estar e transitar
em espaços públicos.
Diante da precariedade atual dos transportes públicos, prevaleceu uma
posição contrária ao sistema de pedágios, entendo-se que ele penaliza o cidadão
e pode excluir aquele que tem um automóvel particular, mas não tem renda para
arcar com um custo maior conseqüente da cobrança de pedágio. Possibilita-se a
camadas da população com menor renda a aquisição de carros e impede-se o seu
uso com a cobrança de pedágios.
Clique na imagem para ler os quadrinhos sobre intermodalidade no transporte.
Clique na imagem para ler os quadrinhos sobre intermodalidade no transporte.
O coordenador do curso de Transportes apontou também a necessidade de
se diferenciar as questões técnicas das questões políticas.
Foi mencionada também a alternativa de criação de pólos de
desenvolvimento econômico e de atendimento de necessidades básicas, como saúde,
em diferentes regiões da cidade, de forma a diminuir a circulação na área
central. Não houve discordância com essa alternativa. Apontou-se a dificuldade
de sua implementação, dada a situação atual de concentração de serviços e
diferentes atendimentos na região central. A criação de pólos é uma alternativa
a ser buscada que teria efeitos em longo prazo.
Sobre a criação de novos pólos, veja a Entrevista
com Camillo Fraga, da Agência de Desenvolvimento da RMBH: http://atalhosbh.wordpress.com/transporte-individual/
Sobre a criação de novos pólos, veja a
Os posicionamentos enunciados no debate mostraram uma boa apreensão dos
conteúdos das reportagens que, no diálogo com a experiência dos alunos, vários
deles usuários de transporte coletivo, proporcionaram uma discussão que deixou os
professores participantes com uma avaliação muito positiva de tudo que viram e
ouviram.






Atualmente acreditamos que a mobilidade urbana de Belo Horizonte não condiz com os padrões necessários para uma cidade sede de um envento de tão larga escala como a Copa do Mundo de 2014. Mesmo que medidas para a melhora do trânsito na capital devam ser motividas pelo bem-estar da população, é importante usar de tal acontecimento como um impulso. A utilização de ônibus como meio majoritário de transporte gera um verdadeiro caos em horários de pico. Os veículos se tornam superlotados e muitas pessoas não são atendidas nos horários que necessitam. Porém, a grande parte da população que faz o uso efetivo de carros particulares para, muitas vezes o transporte individual, contribui para que o governo argumente contra a mudança no cenário da mobilidade belo-horizontina. O projeto do metrô subterrâneo como solução, criado pelo arquiteto urbano Renato Melo, pode ser, em nossa opinião, uma boa alternativa. Quando se fala de algo de tamanha magnitude parece inviável, porém, no cenário no qual nos encontramos qualquer mudança gera grande impacto. A população, principalmente a que é afetada diretamente pelo problema do transporte público, deve reivindicar tais reformas ao invés de desencorajá-las. Não é só busca pelo conforto, mas uma atitude cidadã. O blog está muito interessante: rico em informações e instigante. Continuem com o belo trabalho. Adeus, amigos e professores. Ou melhor, nos vemos em breve!
ResponderExcluirNa opinião do grupo, o problema da mobilidade urbana não pode ser resolvido de um dia para o outro. É preciso tempo para implementar as alternativas já formuladas, e citadas no texto (que são bastante coerentes, diga-se de passagem). O texto abordou questões importantes, como o conflito de interesses, que torna muito mais difícil a realização de políticas de mudança no trânsito, já que uma das soluções mais interessantes, no nosso ponto de vista, que seria a diminuição no número de carros circulando pelas ruas (o que diminuiria a poluição atmosférica e o fluxo de veículos), não agrada nem um pouco a indústria automobilística, pois essa diminuição significaria uma queda em suas vendas. A solução abordada que o grupo achou mais interessante foi o investimento no transporte de massa (com prioridade no metrô). Nós achamos isso porque o metrô, além de ser mais sustentável do que o ônibus, é mais rápido também. Além disso, ao priorizar o metrô, os ônibus ficariam mais vazios (ou menos cheios), e o fluxo de carros diminuiria.
ResponderExcluirApesar disso, acrescento, com pesar, que não vejo nenhuma das soluções propostas sendo implementadas efetivamente, em função dos muitos empecilhos enfrentados. Seria necessário mudar a cabeça das pessoas, conscientizá-las, e só então implementar as alternativas (o que seria muito difícil). No mais, fica a expectativa de melhora e o desejo de que o debate deste próximo sábado seja tão bom quanto o debate que o texto fala.
Com a leitura desse post compreendemos o quão bem sucedida foi a palestra feita no ano anterior. Ela foi feita com base na leitura das reportagens do seminário Carta Capital, que tem como tema principal a falta de políticas públicas no setor de transportes e o aumento do número de frotas de veículos particulares além das estratégias utilizadas, no caso da prefeitura paulistana, para reduzir os congestionamentos freqüentes na capital.
ResponderExcluirO debate esse ano vem com o objetivo de ampliar o feito no ano passado.
Um automóvel particular com tecnologia de motor de combustão interna tem implicações sociais visíveis, além de implicar o maior gasto de energia também há uma maior emissão de CO2 e outros gases poluentes na atmosfera. O rendimento médio desses motores também é muito baixo e seria necessário um grande número de veículos para atender a demanda da população.Vendo desse ponto o transporte particular não seria uma opção viável, porém a extinção da utilização deste implicaria em uma série de problemas econômicos como desemprego, além de não agradar em nada as grandes empresas automobilísticas.
Durante o debate do ano passado duas alternativas para estes problemas se destacaram. A primeira é a de um plano de investimento no transporte de massa com clara prioridade para o metrô, pelo fato deste ter um menor impacto no meio ambiente e atender a população da mesma forma, ou até de forma melhor, que os outros tipos de transporte. A segunda é a de um plano que combine diferentes alternativas, dentre elas, os corredores rápidos para ônibus. Apesar destes serem mais poluentes eles são mais viáveis em termos técnicos e financeiros. Além disso a extinção da utilização do transporte rodoviário implicaria em uma briga com as grandes empresas de transporte coletivo, que tem muita influencia política e econômica.
O grupo pensa que a melhor forma para resolver os problemas relativos ao transporte nas grandes cidades seria a intermodalideda ou multimodalidade, pois a utilização dos variados tipos de transportes e ações como revezamento de carros, ajudaria a minimizar o transito das cidades. Vale destacar também que é da consciência de todos que apesar desta ser uma boa alternativa é muito difícil de ser aplicada devido a vários fatores como a precariedade dos transportes públicos.
RODRIGO, THULLIO DEBORTOLI, MATHEUS MAGALHÃES, LUIS MORAIS - ELT2A
ResponderExcluirA algum tempo o uso de carro particular causa transtornos sociais, e por incrível que pareça os problemas crescem e o numero de carros particulares também. A grande questão é: Qual é o resultado da comparação entre o beneficio e o malefício do uso de carros particulares? Qualquer um de nós consegue sentir o efeito do transito da capital mineira. Os engarrafamentos são agora parte da nossa rotina. Os efeitos desses engarrafamentos são percebidos por qualquer um que saia de casa no horário de pico e também na reportagem encontrada durante a nossa pesquisa ( http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/05/trabalhadores-de-bh-gastam-mais-de-uma-hora-no-percurso-do-emprego.html).
Outra questão é: Porque as pessoas que tem acesso a outros meios de transporte, como metro e ônibus, não trocam o carro por um desses meios de transporte? Trocaríamos o conforto de um carro por um ônibus apertado e desconfortável durante um trajeto engarrafado? Uma das causas dos problemas levantados acima esta na política de investimentos do governo. O investimento em aumento de rodovias e não no transporte publico acaba fazendo com que a população compre mais carros. Seria uma solução melhor investir em transportes coletivos (ônibus e principalmente metrô) para desafogar o transito urbano e ao mesmo tempo melhorar a qualidade do transporte de passageiros.
Estes fatos nos levam a refletir se a culpa é dos da política atual que nos “possibilita” um pessimo transporte publico ou do próprio "comodismo" do povo brasileiro que prefere usar todos os dias um carro particular por achar que apenas a atitude de uma pessoa não faria diferença e prefere continuar estagnado na presente situação de pessima mobilidade urbana em todo o Brasil?
O Brasil, especialmente, São Paulo vive um problema sério no que se diz respeito à mobilidade, transporte e transito. Em um programa exibido pela emissora de TV, Bandeirantes, 'A Liga', foi feita uma reportagem comparando vários tipos de transporte, são eles: carro, metrô, ônibus, bicicleta e helicóptero. Mostrou o caminho que, especialmente, um cidadão paulistano faz todos os dias. O resultado foi:
ResponderExcluirHelicóptero - 30 min; R$3mil; Conforto máximo
Carro - 1h51min; R$50,00; Dores no corpo e stress
Bicicleta - 2h20min; Nenhum gasto; Xingamentos e pulmões poluídos
Metrô e Ônibus - 2h50min; R$5,35; Máximo desconforto
Então, no final o transporte público é a única opção viável para esse cidadão, não só esse, mas a maior parte da população de São Paulo. Outra coisa que podemos notar no programa é que o Governo Estadual investiu R$1,3 bilhão para em obras para os carros, e desde 2005 a prefeitura de São Paulo investiu 44% desses R$1,3 bilhão, cerca de R$559 milhões para corredores e terminais de ônibus. Ou seja, nota-se que o governo está priorizando o transporte individual em detrimento do coletivo, o governo não está do nosso lado. E é triste ver que Belo Horizonte está indo para o mesmo caminho, é claro que ainda está muito longe, mas se continuar do jeito que está ... Então, olha só em que ponto chegamos. E aonde vamos chegar ?
Uma pessoa que todo dia, demora 2h50min pra ir e pra voltar, e ainda tem uma jornada de trabalho de 7 horas por dia, ou seja, o cara provavelmente deve acordar 4 horas da manhã ou até mais cedo, e isso que ele tem que sustentar uma família, uma filha de 6 anos.
Então, acho que após o debate temos a esperança de salvar BH desse poço, precisamos é claro, de paciência. É necessário multimodalidade, como mostrado na figura, sendo que a nossa sociedade vive uma antimodalidade, o que está nos levando para o ''fundo do poço''. O professor Adelson vem comentando que tem deixado o carro na garagem e procurando transportes alternativos para ir ao CEFET, é lógico que isso não cabe a todos os alunos e professores por causa da distância, mas achamos que se um e outro tomar essa iniciativa, podemos sim ter mais esperança em mudar essa história, reverter essa situação. Tenho certeza de que nesse comentário foi colocado um outro assunto em discussão, mas que não foge desse contexto de mobilidade urbana. O debate vai ajudar bastante, vai abrir um pouco a cabeça da gente em relação a esse assunto que embora não pareça, e muitos não querem se importar, nos afeta, mesmo que indiretamente.
Matheus Felipe, Magnum Caetano e Gabriel Maia. MEC 2A.
CAROLINE CHAVES, ISADORA CUNHA, MATEUS FONTES - GRUPO 3 - EBM2A
ResponderExcluirO texto apresentado faz uma abordagem bem ampla do assunto tratando de todos os temas de forma bem simples e conveniente. Nosso grupo procurou aprofundar em questões especificas que não ficaram bem claras no texto, no nosso comentário.
Na reportagem intitulada ‘Mobilidade’ lemos termos como o PAC da mobilidade e PAC 2. Percebemos a importância do assunto, mas não reconhecemos estes projetos, ligamos isto a uma falta de divulgação e ate mesmo falta de interesse da população perante o assunto. O PAC da Mobilidade (Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade Urbana), contará com uma verba de 32 bilhões de reais e beneficiara 19 estados brasileiros, dentre seus projetos estão metrô, corredores de ônibus e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) este é um projeto em curto prazo. Em Belo Horizonte, ficou distribuído da seguinte forma:
>Metrô: linha 2 (Calafate-Barreiro) e linha 3 (Lagoinha-Savassi)
Projeto demandaria R$1,7 bilhão da União, mais R$ 1,2 bilhão da iniciativa privada
>BRTs (Bus Rapid Transit): ônibus rápido nos trajetos entre a Cristiano Machado, Antônio Carlos e Pedro I, Carlos Luz e Pedro II e Região Central
Investimento de R$ 1,02 bilhão
>Avenidas de ligação: Via 210 (da Via do Minério, na Região do Barreiro, à Avenida Tereza Cristina) e Via 710 (da Avenida dos Andradas à Cristiano Machado, na Região Leste), além da restruturação do Centro de Controle Operacional da BHTrans.
Investimento de R$ 282 milhões
Já o PAC 2, destina a Minas Gerais uma verba de 11.271,13 milhões e é um projeto a longo prazo (pós 2014).
Agora, depois dos termos esclarecidos podemos fazer uma critica sobre o assunto. O projeto é bem interessante e pertinente, pois gera uma grande preocupação da população. As obras relacionadas ao PAC da mobilidade que estão diretamente ligadas a copa de 2014 trará benéficos para toda população? Estas eram realmente as melhores obras a serem feitas?
Lemos reportagens falando que o projeto metrô foi vetado. Mas também pudera, pois as empresas de transporte da região metropolitana tem grande peso nestas decisões. Sobre as BRTs vemos que a PBH esta realmente executando as obras, indo às ruas ou ate mesmo por campanhas publicitárias (http://www.youtube.com/watch?v=wdDproEC-cc) vemos isto. As demais não têm nem projeto de iniciação.
Concluindo, o grupo concorda no que foi dito na postagem. Todos nós belo-horizontinos vemos o caos que nossa cidade se encontra apresentando um grande aumento no número de veículos, baixa frota de ônibus, a linha do metro é insatisfatória, o que gera superlotação dos transportes em massa e um transito caótico. As soluções estão ai, e a 2ª Lei da Termodinâmica, vem para confirmar a tendência mundial de que os transportes em massa apresentam benefícios bem maiores do que o individual (carro e moto) basta agora colocarmos as soluções em pratica. Os projetos são interessantes (http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&app=programaseprojetos&tax=20466&lang=pt_BR&pg=6080&taxp=0), precisamos verificar se as obras realmente ocorrerão e se a qualidade dessas obras será satisfatória. O debate será muito bom para discutirmos estas questões e sairmos um pouco do papel de telespectador pra tornarmos cidadãos ativos, quanto ao transporte em nossa cidade.
Não é segredo para ninguém que o trânsito em Belo Horizonte está cada dia pior. As pessoas demoram cada vez mais tempo para chegar de um ponto a outro na cidade, isso se deve ao excesso de carros nas ruas. Em média cada carro na cidade transporta 1,3 pessoas. Agora imagine o trânsito no horário de pico, milhares de carros emitindo CO2 para carregar pouco mais que uma pessoa, já no ônibus a quantidade gasta de CO2 por pessoa é muito menor. A solução para a nossa cidade, seria o investimento em transporte coletivo de qualidade e em ciclovias, assim teríamos uma melhor mobilidade urbana e menor emissão de poluentes na atmosfera. Esperamos que o debate vise esses objetivos e a solução do problema e não o problema em si.
ResponderExcluirAtravés dos textos e vídeos postados no Blog, podemos inferir que a mobilidade urbana nas grandes cidades vem sendo prejudicada cada dia mais. Isso ocorre pela alta demanda de automóveis particulares.Estes fatores estão levando as metrópoles brasileiras á paralisia,é o que mostra uma pesquisa da fundação Dom Cabral, que dá a dimensão do problema: o apagão na mobilidade urbana no Brasil pode ficar igual ao da Cidade do México que registra congestionamentos que se estendem de 7 da manhã ás 8 da noite. Uma das formas de melhorar a mobilidade nos grandes centros urbanos é aliar investimentos no meio de transporte coletivos (diminuir o preço da passagem e aumentar a frota de ônibus;novas linhas de metrô com mais estações .. )e fazer restrições quanto a circulação de automóveis ou investimentos públicos para as rodovias,o que inclui o alargamento das avenidas,criação de vias expressas,construção de aneis e eixo vários, afim de diminuir o número de cruzamento e semáforos nas cidades. Estas soluções foram propostas no plano de melhorias para o trânsito de centros urbanos conturbados,feito pela companhia de Engenharia de Trânsito (CET).
ResponderExcluirGrupo 8: Larissa Pena , Lorena Cristina e Rayssa Borges
ELE 2A
Professor: Alfredo Melk
De acordo com os textos acima podemos relacionar com uma lei muito importante na física que é a 2ª Lei da Termodinâmica que fala: “É impossível uma máquina térmica que opere em um ciclo que apresente rendimento total de 100%.”Podemos tomar como exemplo no nosso dia a dia o motor de combustão onde apenas 25% da energia são utilizados pelo motor na forma de trabalho, ou seja, o seu rendimento e os outros 75% de energia são dissipados no ambiente não sendo utilizado para gerar trabalho, ou seja, movimento no veículo. Desta forma 75% do nosso dinheiro pago pelo combustível é perdido na forma de energia térmica. O consumo de energia por pessoa por quilômetros rodados é bem maior quando consideramos o carro do que o ônibus, onde estes são transportados mais pessoas quando aquele carrega menos pessoas. Um ônibus circulando com 40 pessoas equivale a 8 carros com 5 pessoas apesar disso a facilidade e o conforto são os principais fatores que levam as pessoas optarem pelo uso de carros além dos ônibus, este porem traz consigo grandes vantagens que não são percebidas mais que fazem uma grande diferença quando analisadas como por exemplo: Diminuição do volume de veículos nos centros urbanos consequente diminuição da poluição e trânsito, custo relativamente acessível; O uso de carros como meio de locomoção para irem ao trabalho e outros locais tem trazido grandes prejuízos para as cidades grandes como a poluição e os engarrafamentos que são a cada dia mais crescentes e caóticos nas grandes cidades como Saõ Paulo e Belo Horizont, que vai gerar ainda mais perda de energia por dissipação desta, sem mesmo utilizá-la estaremos pagando e gastando mais e isso trará grandes prejuízos para todos. Então a melhor opção e adotarmos os transportes públicos como metrô os ônibus ou até mesmo bicicletas, pois a adoção destes meios de locomoção trará grandes benefícios a toda população e principalmente para o meio ambiente.
ResponderExcluirGrupo 9 turma ELE 2A
Nome: Ariadny Coelho, Ariadne, Janine, Nadja
Nas grandes capitais o fluxo de veículos em relação às vias disponíveis para a passagem dos mesmos é grande, gerando congestionamento, ao longo dos anos autoridades responsáveis tentam encontrar uma solução para tamanho problema, mas a cada possível solução se encontra um problema. Um exemplo disso é a possível ampliação do sistema ferroviário, gerando assim insatisfação por meio dos donos dos transportes rodoviários e também os custos para tamanha obra geraria custos maiores do que a ampliação dos veículos coletivos.
ResponderExcluirO motor de combustão, utilizado em carros particulares e ônibus de transporte coletivo, apresenta apenas 30% de eficiência enquanto as linhas do serviço metropolitano tem um aproveitamento de 80%,e sendo que a capacidade do metrô em transportar pessoas é maior, o ônibus é a modalidade de transporte mais eficaz quando comparamos com veículos particulares que usam motor a combustão, pois sua capacidade de transporte de pessoas por viagem é maior do que um veículo particular que em seu máximo leva 5 pessoas ( mas na maioria dos casos apenas 1 ou 2 pessoas utilizam o mesmo veículo particular para transporte).
As opções de melhoria do trafego urbano são muitas e costumam competir em si, pois existe uma balança na qual deve se conciliar para não gerar uma sobrecarga em um único meio de transporte, por isso acreditamos que o melhor a se fazer é ampliar as de metrô de Belo Horizonte, pois, são práticas e eficientes em relação ao transporte rodoviário, outra vantagem é a baixa emissão de poluente e também com a ampliação das linhas haverá uma redução significativa nos congestionamentos na grande Belo Horizonte.
Grupo: Isabela, Matheus Santos e Nayara
Turma: ELE2A
Professor: Alfredo Melk
O trânsito caótico nas grandes metrópoles brasileiras não é novidade, no entanto, falta mobilização dos moradores de áreas urbanas para cobrar a criação de planos que melhorem a mobilidade urbana.
ResponderExcluirA problemática inicia-se com a segunda lei da termodinâmica, a qual enuncia que a energia térmica (desordenada) não pode ser convertida integralmente em energia mecânica. Contudo, observa-se a predominância do uso de veículos particulares (os quais utilizam motores de combustão, e possuem rendimento de aproximadamente 30%) nas metrópoles brasileiras. Tais meios de transporte possuem um rendimento muito baixo quando comparados com veículos movidos a motores elétricos, congestionam o trânsito, e causam grandes danos ao meio ambiente.
A fim de alterar essa situação, deve-se investir em transportes coletivos mas tal ato deve ser cuidadosamente planejado por urbanistas, técnicos, e outros profissionais a fim de que as melhores soluções (metrôs, VTLs, ônibus, etc) sejam selecionadas levando em conta as características específicas de cada cidade. Deve-se cobrar do governo um monitoramento e uma análise cuidadosa do tráfego de veículos nas metrópoles e políticas públicas que levem em consideração fatores como meio ambiente, infraestruturas duradouras, diminuição do número de veículos particulares, melhores condições físicas do transporte público.
QUI 2A- Professor Alfredo Melk
Grupo: Carolina Soares, Renata Teixeira, Tainá Moreira, Verônica Nascimento, Yolanda Moreno
Belo Horizonte, assim como outras cidades brasileiras, vem crescendo cada vez mais e seu crescimento não é acompanhado de uma infra estrutura à sua altura, o resultado disso, são problemas nas diversas áreas que influenciam no nosso cotidiano, como na saúde, na educação, e nos meios de transporte. Abordando particularmente um destes problemas, a questão dos meios de transporte vem sendo cada vez mais questionada e protestada pela maioria dos moradores de nossa cidade.
ResponderExcluirNão é novidade que as vias de transporte são precárias assim como o transporte público. OO trânsito na cidade vem aumentando cada vez mais, acompanhado pelo crescente numero de automóveis particulares que por conseqüência aumentam cada vez mais o congestionamento na cidade. Junto de tudo isso ainda vem a questão da poluição.
Correlacionando com a 2ª lei da termodinâmica, o motor de combustão interna dos automóveis, não consegue converter 100% da energia mecânica em energia, , somente 25% da energia é transformada em trabalho, o resto não é aproveitado, sendo lançado na atmosfera como forma de gases poluentes. Sendo assim, por pessoa a emissão desses gases, em um carro particular aumenta consideravelmente, prejudicando o meio ambiente.
Esse poluição produzida pelo automóvel particular é reduzidaquando se utiliza transportes coletivos na qual a emissão de gases poluentes por pessoa, reduz consideravelmente, sendo que pode transportar um numero muito maior delas. A saída para diminuir essa poluição seria o incentivo à utilização de transportes coletivos, principalmente dos metrôs, na qual a poluição é muito menor. O grande problema que Belo Horizonte enfrenta está justamente nessa questão. A maioria da população não consegue utilizar os meios coletivos, pois o custo da passagem é alta, o trânsito dificulta a pontualidade dos veículos. Além disso não há vias de metrô que circundam toda a cidade, além de não haver ônibus que ligam todas as regiões da mesma. Um grande investimento a curto prazo para resolver essa caótica situação seria melhorar as vias de transito rápido dos ônibus para melhorar a fluidez no trânsito, e a longo prazo seria o investimento nas vias de metrô , que é o meio de transporte menos poluente e mais rápido. De forma que atendesse toda a região da cidade, e região metropolitana. Tais medidas, atenderiam de forma significativa uma grande parcela da população de belo horizonte , diminuiria a emissão de gases poluentes, e melhoraria de forma significativa o trânsito na cidade, com a diminuição dos carros particulares, diminuindo de maneira significativa o problema de transporte e de poluição na cidade.
Grupo 5 : Jady, Carolina Durães, Mariana e Pollyanna - QUI 2A
Nas grandes capitais o fluxo de veículos em relação às vias disponíveis para a passagem dos mesmos é grande, gerando congestionamento, ao longo dos anos autoridades responsáveis tentam encontrar uma solução para tamanho problema, mas a cada possível solução se encontra um problema. Um exemplo disso é a possível ampliação do sistema ferroviário, gerando assim insatisfação por meio dos donos dos transportes rodoviários e também os custos para tamanha obra geraria custos maiores do que a ampliação dos veículos coletivos.
ResponderExcluirO motor de combustão, utilizado em carros particulares e ônibus de transporte coletivo, apresenta apenas 30% de eficiência enquanto as linhas do serviço metropolitano tem um aproveitamento de 80%,e sendo que a capacidade do metrô em transportar pessoas é maior, o ônibus é a modalidade de transporte mais eficaz quando comparamos com veículos particulares que usam motor a combustão, pois sua capacidade de transporte de pessoas por viagem é maior do que um veículo particular que em seu máximo leva 5 pessoas ( mas na maioria dos casos apenas 1 ou 2 pessoas utilizam o mesmo veículo particular para transporte).
As opções de melhoria do trafego urbano são muitas e costumam competir em si, pois existe uma balança na qual deve se conciliar para não gerar uma sobrecarga em um único meio de transporte, por isso acreditamos que o melhor a se fazer é ampliar as de metrô de Belo Horizonte, pois, são práticas e eficientes em relação ao transporte rodoviário, outra vantagem é a baixa emissão de poluente e também com a ampliação das linhas haverá uma redução significativa nos congestionamentos na grande Belo Horizonte.
Grupo: Isabela, Matheus Santos e Nayara
Turma: ELE2A
Professor: Alfredo Melk
Grupo 2(Adonay, Júlia e Flabiane)- Professor Alfredo ELE 2A
ResponderExcluirPara nosso grupo a mobilidade urbana em Belo Horizonte, assim como nas demais metrópoles brasileiras, tem sido de uma qualidade extremamente baixa. Hoje o problema não é apenas estradas esburacadas ou falta de pavimentação; em tempos atuais temos parâmetros maiores para serem levados em consideração. Muitos dizem que o referido estado da mobilidade é decorrente de uma matriz de transporte predominantemente rodoviária e devido ao crescente uso de trasportes individuais. Apesar de o transporte coletivo atender 80% da população, o transporte individual vem ganhando espaço devido a diversas falhas presentes neste, como a grande lentidão - originada do caos do trânsito - e a impontualidade. Entretanto o transporte individual causa considerável impacto ambiental - a emissão de Co2 da frota de transportes individuais é maior que a da frota de transportes públicos -. Uma solução plausível encontrada por nós e que muito é comentada por estudiosos da área seria a ampliação do uso do sistema ferroviário (trens, metrôs). Um exemplo da eficiência de um sistema baseado em trasporte ferroviário é Londres, na qual o metrô funciona desde do século XIX e se tem um sistema de transportes bem estruturado. Outra solução seria a descentralização dos pólos econômicos e dos centros de atendimento, como hospitais e órgãos públicos, pois a população se direcionaria para locais diferentes, evitando grandes congestionamentos.
Mas as mudanças só irão acontecer e se efetivar caso todas as pessoas tomarem uma atitude como cidadão e pressionar as entidades governamentais.
A difícil mobilidade urbana é hoje um grande problema presente em Belo Horizonte. Nos horários de pico os ônibus e o metrô encontram-se lotados e há uma enorme quantidade de carros particulares circulando nas ruas, geralmente levando apenas uma pessoa. As obras representam uma tentativa de melhora da situação da mobilidade, porém não uma solução definitiva para o problema. Talvez pelo fato de a política capitalista e comercial do país contar com a força do mercado automobilístico, que é um dos que mais cresce no Brasil atualmente, as obras nas avenidas sejam as principais medidas adotadas como saída para o problema, apesar de não se mostrarem muito efetivas. Seria mais eficiente tentar reduzir o número de veículos em circulação nas ruas de BH, tornar mais eficiente e confortável o transporte público rodoviário e investir no sistema metroviário. Muitas pessoas dão preferência à utilização do próprio carro por saberem da situação do transporte público. Nos ônibus são colocadas placas informando o número de pessoas sentadas e pessoas em pé que cabem em seu interior, e em alguns é escrito que a capacidade é de 80 pessoas dentro do ônibus, metade sentada e metade em pé, como se fosse uma situação normal, e de fato tornou-se uma. Portanto, é evidente o quão desagradável pode ser a utilização do transporte público e o motivo que leva as pessoas a utilizar o transporte particular. A solução seria aumentar a quantidade e a qualidade do transporte público para que este se torne uma opção agradável aos usuários.
ResponderExcluirGrupo 8: Ana Paula, Isabela Moraes e Luiz Henrique
Turma: Qui2A
Grupo 4- Qui 2A : Bruna Vidigal, Jeniffer Portela e Letícia Oliveira
ResponderExcluirA 2ª lei da termodinâmica diz que não tem como o motor usar um combustível no qual toda essa energia se transformará em trabalho. Se pensarmos no combustível do futuro (distante), o gás hidrogênio irá solucionar todo o problema da poluição, porém nem todos terão acesso a ele devido ao seu alto custo de produção e consumo. Atualmente, o combustível mais viável para carros de pequeno porte e de uso constante é o etanol porque esse possui um baixo custo, maior rendimento e polui menos, relacionando aos outros combustíveis.
Em relação a mobilidade urbana da grande BH, para que ocorra uma melhoria no transito, é necessário uma melhoria dos transportes coletivos para que a população deixe o carro na garagem e os utilize. As melhorias envolvem:
-aumentar o número de ônibus e de linhas dos mesmos, para que, assim, a população tenha mais opções, além de melhorar o uso do transporte;
-criação de vias para uso exclusivo dos ônibus para que ocorra uma melhor eficácia no deslocamento dos mesmos;
-aumentar a linha e o número de metrôs circulando para atender a necessidade de mais pessoas.
Logo, a relação que existe entre a 2ª lei da termodinâmica, a degradação da energia e o problema da mobilidade urbana é que utilizando mais o transporte coletivo o fluxo do transito será melhor porque haverá uma diminuição do numero de carros, consequentemente utilizará menos combustível e energia, lançando menos poluentes.
As consequências dessa política urbana defasada, e de uma ausência de medidas de planejamento urbano ordenando as atividades de uso do solo juntamente com o sistema de transportes e de circulação, são inúmeras e todas elas comprometem a mobilidade, a acessibilidade e a sustentabilidade urbana. Sendo, portanto, de fundamental importância que se elaborem políticas públicas eficazes de forma conjunta entre o planejamento urbano e o de transportes, a fim de garantir a população melhores condições em seus deslocamentos, eficiência e segurança por meio de uma mobilidade urbana sustentável e com uma acessibilidade facilitada nos princípios de um desenho urbano universal e completo.
ResponderExcluirGrupo:elt 2b;Willian Braga,Pedro Aguiar,Lais Talita e Lucas Chaves.
Um dos maiores problemas vistos pela população em geral de Belo Horizonte e pelos especialistas no assunto é a difícil mobilidade urbana e a qualidade dos transportes coletivos em geral. Podemos reparar que os ônibus, metrôs e o trânsito em geral em Belo Horizonte nos horários de grande movimentação do fluxo de pessoas são super lotados, engarrafados e caóticos. “Simplesmente” dizer para a população banir o uso dos carros particulares e utilizar somente os meios de transporte público não é a melhor solução, e sim haver um investimento na qualidade desses meios. Seria bom pra imagem do governo, que seria bem falado pela população; as pessoas utilizariam mais esses meios de transporte; Poderia então dessa forma haver o incentivo a multimodalidade e intermodalidade que não gerariam um grande impacto financeiro automobilístico (pela não compra de carros), e assim diminuiria a circulação de carros, fluindo com mais tranquilidade.
ResponderExcluirGrupo 8: Isabela, Luiz Henrique, Ana Paula
Qui 2A
ELE 2A Grupo 1
ResponderExcluirProfessor: Alfredo Melk
"É impossível construir uma máquina térmica que, funcionando em ciclo, apresente rendimento de 100%"- segunda lei da termodinâmica
Sendo assim, por que os motores de combustão interna são o modelo predominante nos meios de transporte utilizados, e por que preferimos multiplicar o desperdício utilizando transportes individuais? A infra-estrutura de transportes de Belo Horizonte, assim como as de outras capitais brasileiras, é insistentemente focada no sistema rodoviário, quando deveria variar com transportes sobre trilhos, ou algo mais inovador.
Faltam investimentos em transporte coletivo barato, ou de preço aceitável, e confortável, para que afinal o desperdício da energia gerada seja minimizado, gerando assim uma diminuição no gasto do dinheiro nesta energia desperdiçada e um aumento na mobilidade urbana
Grupo: Bárbara Viegas, Gabriella Carlos, Nathália Rodrigues e Stephanie Lorrane
ResponderExcluirTurma: Equipamentos Biomédicos – 2ºA
Apesar de nossa grande conscientização sobre o fato de que a maior quantidade de veículos particulares na rua acaba gerando novos problemas, é comum, para a maior parte da população, a opinião de que, para as pessoas deixarem o seu carro em casa e se dirigir aos lugares através de veículos públicos, não vem a ser viável atualmente, por mais econômico e saudável ao meio ambiente que possa ser.
As pessoas estão acomodadas, buscando apenas conforto. Recentemente, andar de ônibus e metrô vem sendo uma alternativa para os brasileiros, entretanto não oferece aquilo do qual realmente queremos. Cada vez mais esses automóveis estão superlotados e desgastantes para o passageiro. A solução realmente viável seria uma sensibilização política neste caso, para que houvesse um incentivo a todos de tom
tomá-los na hora da escolha do veículo. No entanto não vemos investimentos realmente expressivos para a mudança nisto, porque além de ser um projeto voltado para a sociedade, interfere em opiniões e ambições pessoais de políticos.
Outra sugestão bem comum seria o acréscimo de transportes públicos em bairros onde o acesso aos centros das cidades é mais complicado. Entretanto, continua sendo a mesma rota provocada por pessoas importantes que desejam tais veículos perto de suas residências e o
governo continua sem investigar realmente os devidos lugares que deveriam ter a utilização do transporte público, porque além de acarretar atividades aos governantes, a população não demonstra o devido interesse para com o que quer e se mantém afastada, sujeitando-se àquilo imposto.
Vivemos agora uma constante mudança devido a Copa do Brasil, que vêm se aproximando cada vez mais, acarretando assim em um desenvolvimento expressivo na infraestrutura urbana e no transporte de maneira rápida. No entanto, todos nós, brasileiros, devemos aproveitar deste momento para demonstrar o que nós realmente gostaríamos.
A mobilidade urbana de BH e intensa, muitas pessoas possuem carro e vão trabalhar com ele, outra grande parcela usa ônibus e outros meios públicos de transporte. Com o aumento dessa mobilidade são produzidos mais carros e mais maquinas que são operadas por motores de combustão, como esses motores não operam com eficiência de 100%, operando com apenas 30%, sendo assim 70% é desperdiçado, assim o motor não é totalmente eficiente aonde existe uma grande perda de energia que acarreta em problemas para a sociedade, como é caso da poluição, relacionando esses três temas a nós vemos que quanto mais aumenta a mobilidade das cidades maior é a degradação de energia e mais motores estão trabalhando.
ResponderExcluirSe houvesse diminuição no numero de pessoas que vão trabalhar de carro, se essas pessoas fossem de ônibus, bicicleta ou ate mesmo a pé essa degradação diminuiria bastante. E desta forma os problemas como poluição, engarrafamentos e desgaste causados pelo grande numero de automóveis em circulação seriam resolvidos.
Porém para a diminuição dessa parcela que utilizam carros particulares, seria necessário que o governo investisse em outros meios de locomoção como metrôs e ônibus. O que de certa forma não seria interessante para o governo, pois a prefeitura e seus representantes têm importantes negócios com a bhtrans, o que impede, por exemplo, a ampliação do metro de Belo Horizonte. Porém o governo poderia incentivar a utilização dos BRT’s, e ampliar esse projeto para todas as principais avenidas da cidade, aumentando também o numero de ônibus. Assim poderíamos conseguir mais frotas de ônibus, uma viagem mais rápida com um numero maior de pessoas usando o transporte coletivo em vez do particular, oque de certa forma iria valorizar mais a energia utilizada pelo motor e poluiria menos o ambiente.
ELE2A – Arthur Chaves, Douglas Costa, Lucas Gabriel, Tiago Felipe
Professor: Alfredo Melk
O transporte na cidade de Belo Horizonte se tornou um ciclo caótico, em que a locomoção leva cada vez mais tempo. Simples trajetos caminham cada vez mais para o impraticável.
ResponderExcluirO número de veículos particulares vem crescendo, o que pode ser visto positivamente por uma parcela da sociedade - as grandes empresas automobilísticas e seus funcionários. Entretanto, os aspectos negativos desse fato são bem explícitos, como a poluição atmosférica e o tráfego intenso. Uma possível solução para a questão do trânsito é a substituição do transporte particular pelo público, como ônibus e metrô. No caso dos ônibus, apesar de possuírem baixo rendimento dos motores, transportam um maior número de passageiros. Por também possuir tal característica e causar um impacto ambiental mais ameno, o metrô se torna uma boa alternativa.
Porém, a escolha entre o conforto do carro e as atuais condições do transporte coletivo já se torna profundamente tendenciosa, contribuindo para o crescimento da frota de automóveis particulares, alimentando o caos.
A completa mudança de hábito pode ser vista por algumas pessoas como muito radical, portanto a alternância entre os meios de transporte - como bicicleta, carro, ônibus, metrô e até mesmo a caminhada – torna-se mais viável.
Transporte urbano é um tema delicado sob todos os pontos de vista. Envolve interesses demais de pessoas poderosas demais, e nem sempre, o que é melhor para a população é a escolha feita pelo governo. A postagem acima retrata bem isso: o conflito de interesses entre quem detém influência nas decisões governamentais e o bem-estar da população.
ResponderExcluirAssim como dito no texto, a questão do transporte coletivo afeta diretamente diversos setores produtivos que interferem diretamente na economia, como por exemplo, o setor automobilístico. Não é segredo para ninguém que este setor em específico sofreu um verdadeiro "boom" nos últimos anos, expandindo-se de forma descontrolada. Justamente por isso, essa fatia da economia dá aos empresários do ramo uma influência muito grande nas decisões do governo. Portanto, desestimular o uso do carro pessoal seria inviável - seria como furar os olhos das grandes empresas, que, em 100% das vezes, são multinacionais.
Voltando as atenções para a questão dos transportes coletivos, temos outro problema a se pensar - o debate entre o sistema BRT de transporte e o metrô. Já é conhecimento geral da população belohorizontina que o metrô da capital é ineficiente e, em alguns pontos, antiquado, já que sua construção data de 1986 e não sofreu muitas alterações desde então, e atende a menos de 1% da população. As linhas de metrô de BH são poucas e ineficientes - seria necessário ampliar as linhas existentes e construir novas.
Entretanto, há um grande empecilho para a realização das obras do metrô: o solo da capital. Belo Horizonte possui um solo custoso de trabalhar, tornando difíceis as perfurações necessárias para o metrô subterrâneo. Em São Paulo, o solo é sedimentado, o que facilita a perfuração, apesar de necessitar de um reforço maior nas estruturas subterrâneas. Já em Belo Horizonte, o esforço necessário para perfurar o solo cristalino elevaria os custos do metrô, tornando-o mais caro, e colocá-lo na superfície também seria oneroso, pelo grande número de desapropriações necessárias para a instalação das linhas.
Belo Horizonte sediará a copa do mundo de 2014 e, por isso, necessita de medidas rápidas no trânsito. Nesse contexto, o BRT da capital cairá como uma luva às necessidades momentâneas da cidade, que necessita de uma solução rápida e barata para receber o grande fluxo de visitantes que visitarão a capital neste período. No entanto, é necessário reforçar que, a longo prazo, o BRT não suportará a demanda e aí o metrô voltará a ser essencial. Destacamos que o transporte intermodal, ou seja, a integração entre todos os tipos de transporte, sejam eles carros, metrôs, ônibus, BRTs, bicicletas e entre outros, é a chave para um trânsito de qualidade que atenda às necessidades da população.
Grupo: Jéssica Valim, Luísa Santos, Kelwin e Lucas Vitor
Turma: EBM2A
Professor: Alfred Melk
Douglas,Isabella e Larissa - Mecânica 2A
ResponderExcluirAtualmente a grande maioria dos motores são à combustão interna, apesar de perderem 70% de seu aproveitamento em calor, o motor a combustão, nas condições atuais, não poderia ser trocado por um motor elétrico, mesmo esse sendo bem mais ecológico ele não atende aos padrões, um dos motivos é que ainda estes não alcançam altas velocidades.
Pensando nos modelos de carros atuais, com motores a combustão, a melhor solução seriam os coletivos, mas, para esses serem realmente úteis eles teriam que obedecer aos padrões de qualidade e serem em maior numero para realmente atender a toda a população.
Mas isso passa a ser um questão política, já que os donos de empresas de ônibus patrocinam a política belo horizontina, sendo assim, quem nós elegemos não tem a idealização de melhorar o transporte público, uma vez que duplicar pistas e construir áreas de lazer seriam mais rentáveis, continuariam com seus votos (ou até mais votos) e suas alianças políticas permaneceriam intactas.
É intrigante que o problema da mobilidade urbana continue crescendo, tendo em vista que as suas causas (precariedade do transporte público, facilidades para financiamento da compra de veículos e a fraca estrutura fornecida ao transporte individual e privado), são conhecidas e não sofrem qualquer tipo de impedimento, ocasionando a manutenção do problema.
ResponderExcluirA grande autonomia e influência de que dispõem as grandes companhias responsáveis pelo transporte coletivo público, garante-lhes uma menor quantidade de exigências do governo, quando comparado com a quantidade de exigências impostas a meios de transportes coletivo que geram lucros mais modestos, como os ônibus escolares. Tal fator favorece problemas com relação à qualidade dos serviços fornecidos por estas companhias.
Ainda assim é compreensível a persistência do problema relacionado à mobilidade urbana, podendo ela ser justificada pela inércia das companhias responsáveis pelo transporte público. Tal inércia se deve ao fato de que as condições atuais nas quais se encontra o transporte público geram lucros significativos para tais empresas, já que, sem exigências do governo com relação à qualidade dos serviços prestados, não existe necessidade de uma constante e rigorosa manutenção dos seus veículos, o que diminui o conforto e a segurança proporcionados por eles.
Embora geralmente aponta-se a falta de investimentos do governo no transporte coletivo como o causador dos problemas de trânsito e mobilidade, deve-se analisar também o quão importante é cobrar do governo um maior rigor com relação à manutenção da estrutura para transporte coletivo já existente, e com relação à elaboração de regras para a circulação desses veículos. Outro fator que deve ser considerado é a atitude dos cidadãos, que valorizam mais o transporte particular e individual que o transporte público e coletivo, o que configura uma atitude um tanto quanto compreensível, quando verifica-se os níveis de conforto e a velocidade dos transportes em questão.
Este blog e o debate que será realizado no dia 05/05 representam importantes passos para a solução (ou ao menos amenização) do problema da mobilidade urbana, uma vez que esses estimulam a reflexão acerca do tema. Parabéns pela iniciativa instigante!
Grupo 1 ELE 2 A
ResponderExcluirProfessor: Alfredo Melk
Muitos de nos ou todos, perdemos todos os dias algumas horas no transito de BH, um centro urbano inchado de veículos particulares, grassas a ineficiência do transporte publico.
O tempo gasto em media pelos integrantes do grupo para se deslocar da residência ao CEFET é cerca de uma hora à uma hora em meia. Alem da lentidão do transito muitos de nos tem que enfrentar frotas de ônibus sucateadas e grandes espaços entre os horários de ônibus. Considerando que os estes últimos problemas apresentados são os principais motivos pela escolha do transporte em carros particulares.
Além da péssima frota de ônibus de BH e região metropolitana, há também um metro ineficaz incapaz de atender a necessidade da população.
A falta de investimentos no metro no ponto de vista dos usuários e inexplicável, pois já que este meio de transporte é menos poluente, mais rápido e em termos de eficiência energética e bem mais eficaz que o ônibus e os automóveis particulares. Esta falta de investimentos e explicável apenas do ponto de vista econômico dos donos das concessionárias de transporte publico.
Mas também não podemos deixar de lembrar que esta falta de investimentos no metro esta relacionada ao grande vinculo entre a economia de BH e região metropolitana com as empresas automobilísticas. E como já foi relatado nos textos acima se estimular o transporte publico é desencorajar a indústria automobilística. E, portanto provocar a diminuição de ofertas de emprego e arrecadação de impostos.
A opinião do grupo é que medidas estremas deveriam ser tomadas para solução do transporte publico. Como a proibição de circulação de automóveis particulares em horários de pico, o investimento em transportes públicos (ônibus e metro) alem da produção de campanhas de incentivo a uso do transporte publico.
Integrantes do grupo: Marcelo, Fidelio, Wdson e Artur Fraga
Grupo 1 ELE 2 A
ResponderExcluirProfessor: Alfredo Melk
Muitos de nos ou todos, perdemos todos os dias algumas horas no transito de BH, um centro urbano inchado de veículos particulares, grassas a ineficiência do transporte publico.
O tempo gasto em media pelos integrantes do grupo para se deslocar da residência ao CEFET é cerca de uma hora à uma hora em meia. Alem da lentidão do transito muitos de nos tem que enfrentar frotas de ônibus sucateadas e grandes espaços entre os horários de ônibus. Considerando que os estes últimos problemas apresentados são os principais motivos pela escolha do transporte em carros particulares.
Além da péssima frota de ônibus de BH e região metropolitana, há também um metro ineficaz incapaz de atender a necessidade da população.
A falta de investimentos no metro no ponto de vista dos usuários e inexplicável, pois já que este meio de transporte é menos poluente, mais rápido e em termos de eficiência energética e bem mais eficaz que o ônibus e os automóveis particulares. Esta falta de investimentos e explicável apenas do ponto de vista econômico dos donos das concessionárias de transporte publico.
Mas também não podemos deixar de lembrar que esta falta de investimentos no metro esta relacionada ao grande vinculo entre a economia de BH e região metropolitana com as empresas automobilísticas. E como já foi relatado nos textos acima se estimular o transporte publico é desencorajar a indústria automobilística. E, portanto provocar a diminuição de ofertas de emprego e arrecadação de impostos.
A opinião do grupo é que medidas estremas deveriam ser tomadas para solução do transporte publico. Como a proibição de circulação de automóveis particulares em horários de pico, o investimento em transportes públicos (ônibus e metro) alem da produção de campanhas de incentivo a uso do transporte publico.
Integrantes do grupo: Marcelo, Fidelio, Wdson e Artur Fraga
O grupo chegou a conclusão que o homem, com o avanço da tecnologia, passou a ser muito mais individualista e dependente da máquina do que antes. Acreditamos que todos passam pelo mesmo caos que é o trânsito logo de manhã cedo para chegar ao CEFET, 5 minutos atrasado que saímos de casa já encontramos uma via mais congestionada, entre as 17h e 18h a situação não é diferente. Carros a perder de vista parados no semáforo, ônibus superlotados de gente que está voltando do trabalho, barulho, poluição, as ruas estão ficando pequenas para o número de pessoas na cidade.
ResponderExcluirUma das propostas apresentadas no blog é a troca, mesmo que uma vez na semana do carro para o transporte coletivo. Analisamos logo no início do ano a emissão de poluentes emitidos por um carro particular e um ônibus e ficou claro para todos que ecologicamente é mais correto optarmos pelo ônibus que emite até três vezes menos poluentes que um automóvel particular, mas, o uso do carro se torna muito mais atrativo pelo conforto proporcionado e pela dificuldade que muitas vezes encontramos ao pegarmos uma lotação. Ônibus superlotados, um grande período de tempo de espera entre um ônibus e outro, muitos bairros que possuem pouquíssimas linhas de ônibus para diferentes regiões da cidade, dentre outros problemas desanimam grande parte da população de optarem pelo transporte público na hora de terem que se deslocar de um lugar ao outro.
O debate no programa Extra Classe que há uma entrevista com Renato Melo, arquiteto e urbanista, mostra uma solução para essa crise da mobilidade urbana. Várias cidades pelo mundo já tem um uso secular do metrô, que possui muitas vantagens como a pontualidade que já anima pessoas a escolherem usá-lo, porém o metrô de Belo Horizonte não atende satisfatoriamente a toda a população da cidade apesar da existência de projetos que possam ser considerados parte de uma solução para o aumento do uso do metrô pela população e assim havendo uma diminuição de usuários do veiculo particular. Renato Melo fala em sua entrevista algo que pela opinião do grupo é essencial de ser feito, para que haja o aumento das linhas do metrô e os projetos sejam consolidados, é necessária a participação da imprensa para informar a população sobre o que está acontecendo em relação aos problemas sofridos e a possível solução. É necessária uma cobrança dos governantes, que são os responsáveis pela concretização dos projetos. De que adianta uma ideia genial se ela ficar apenas no papel?
Apesar de todas as vantagens que o metrô pode oferecer, é necessário também não apenas uma expansão das linhas do metrô, mas da quantidade de trens nas linhas uma vez que, caso haja um aumento das linhas do metrô, haverá um aumento do número de usuários e não seria satisfatório passar por problemas de superlotação nos vagões assim como todos os dias observamos nos ônibus.
No final podemos concluir que com a modernização, o homem tende cada vez mais a depender de máquinas. E muitas dessas máquinas não são utilizadas corretamente, uma dessas máquinas é o carro, e á escolha do carro muitas das vezes não ajuda no bom funcionamento da cidade, a escolha pelo transporte público é a melhor opção para o bem da sociedade urbana, porém essa não é uma escolha simples, e fácil.
Ao mesmo tempo que muitas pessoas querem começar a utilizar ônibus, metrô e bicicleta para se locomover, elas são impedidas pela falta de infra-estrutura, demora, alto preço nas passagens entre outros milhões de empecilhos. O pior de toda essa situação constrangedora, é que todos esses problemas poderiam ser resolvidos com uma dose de honestidade. Em uma das reportagens à corrupção foi apontada como um atraso na melhoria da matriz de transporte
público. É vegonhoso, pois sempre seremos iludidos com as melhorias no transporte público:
metrô, ciclovia, BMT e VNT.
EBM2A Grupo 1: Caio Zunzarren, Luiza Abreu,Tiago Mitraud e Vinicius Santos
PROF:ALFREDO MELK
A necessidade da população por transportes é crescente já que o transporte é uma atividade indispensável na organização pessoal e coletiva de uma sociedade. Sem transportes uma nação pode parar! A falta do transporte afeta a agricultura, dificulta a integração nacional retardando o crescimento, prejudica a segurança nacional, limita a eficiência dos programas de assistência técnica e dificulta o comércio internacional. De acordo com o Congresso Americano sobre Transportes: “Sob qualquer ponto de vista- econômico, político ou militar- o transporte é, sem dúvida, a indústria mais importante do mundo”. Devido a esse fato, desde os primórdios o homem trabalha para adquirir um modal que lhe garanta total segurança e que possa circular em vias de acesso onde lhe são fornecidas grande mobilidade e acessibilidade durante seu trajeto. Atualmente essa tendência de desenvolvimento de vias que possibilitam maior acessibilidade e, principalmente, mobilidade, vem sendo crescente, pois a cada dia aumenta o volume de veículos que transitam em todo o mundo, isso se deve, principalmente, à melhoria na renda dos trabalhadores e à disseminação de padrões capitalistas onde pensar em se tornar independente, majoritariamente, deve estar relacionado à aquisição de um veículo particular. Pesquisas recentes do Censo de 2010, realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tiveram como um dos temas o tempo gasto pelas pessoas para se deslocarem de casa para o trabalho e foi registrado que nas grandes cidades tal deslocamento gasta entre 1h e 2h. A pesquisadora do IBGE, Maria Luísa Castello Branco, explica que “A informação nova é um indicativo para que se repense a questão da mobilidade urbana”. Diante de tais fatos, o governo tem tomado medidas que atrasam a estagnação das vias, pois retê-la totalmente no estágio que se encontra é algo praticamente impossível. Temos como exemplo próximo a implantação do sistema BRT em Belo Horizonte. O BRT (Trânsito Rápido de Ônibus) é um transporte coletivo sobre pneus, rápido, flexível, de alto desempenho, que combina elementos físicos e operacionais em um sistema integrado, com uma imagem de qualidade e identidade única. O modal evolui a partir dos corredores exclusivos para ônibus, como alternativos ao metrô para o transporte de massa. Apesar de o BRT ter sua origem baseada em ônibus, tem pouco em comum com os sistemas tradicionais do mesmo. Em muitas cidades planejadas, como é o caso de Belo Horizonte, onde o planejamento fugiu totalmente do controle dos órgãos públicos, o sistema BRT será um meio eficaz para o transporte de pessoas, pois ao transportar maior quantidade de passageiros a um preço acessível a todos, provocará maior acessibilidade e mobilidade no tráfego urbano, pois diminuirá a quantidade de veículos pequenos, interferindo, portanto, na segurança e em um trânsito mais volátil. Além de segregar o tráfego geral e impor medidas de prioridade na circulação, o que facilita o trânsito de pessoas, o BRT também proporciona redução dos tempos de embarque e desembarque de passageiros, por ser composto de veículos com grande número de portas e de plataformas niveladas ao piso do ônibus, e redução no headway dos mesmos. Outras vantagens são o pagamento fora do veículo, as estações fechadas e seguras e os mapas de informação em tempo real. Além disso, em grandes centros urbanos, onde a poluição atmosférica ultrapassa os limites, o sistema BRT, vem demonstrando- se importante na diminuição das emissões de CO2, através de tecnologias modernas e mais limpas.
ResponderExcluirEstradas/ Transporte e Trânsito 2A- Amanda Prates, Bárbara Luiza, Caio Henrique, Nathalia Regina e Yara Carolina.
O problema da mobilidade urbana é hoje uma das maiores preocupações dos grandes centros urbanos em todo o mundo. O crescimento em massa da frota viária tem causado efeitos caóticos em todo o trânsito, a falta de estrutura e planejamento urbano agrava ainda mais tais problemas. O consumismo e o estímulo da indústria automobilística influenciam na quantidade de carros particulares que chega às ruas e, todos os anos, esse número vem crescendo cada vez mais. O déficit apresentado pelas companhias de transporte público é grande: a frota de ônibus não aumenta, há apenas a criação de novas linhas e a redistribuição dos ônibus. As passagens encarecem e a qualidade do sistema é cada vez menor.
ResponderExcluirDiante de todos esses problemas, quem afinal, trocaria a comodidade e praticidade de um veículo próprio para enfrentar tal confusão?
Atualmente, a maioria dos carros utilizados no Brasil possui motor a combustão movido à gasolina e à diesel, e como se sabe, pela Segunda Lei da Termodinâmica, nenhuma máquina térmica pode converter toda a energia térmica em energia mecânica, sendo o rendimento desses motores muito baixo, (22% a 30% e de 30% a 38%, respectivamente) havendo um grande desperdício de energia, além de gerar grandes níveis de poluição atmosférica.
Com a quantidade de carros em circulação aumentando, juntamente com a quantidade de emissões de poluentes atmosféricos pelos veículos, é preciso pensar em soluções que motivem o motorista a trocar o carro próprio por um transporte coletivo que, como já foi verificado em sala, gasta menos combustível e é muito menos poluente.
As medidas a serem tomadas para garantir a mobilidade sustentável são muitas: há a necessidade da utilização de fontes de energia renováveis e conscientização do consumidor. Mas o mais importante é a diversificação e melhoria da qualidade dos transportes públicos, que apresentam alto custo das passagens, frota desqualificada e insuficiente principalmente nos horários de pico.
Com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos no Brasil em 2016, aumentará a demanda do transporte de passageiros, tornando-se ainda mais importante divulgar as necessidades de melhoria da mobilidade urbana brasileira. Discutir normas, legislações e projetos que garantam ao país as medidas necessárias para a melhoria dos deslocamentos da população precisam ser pensados rapidamente, antes que se atinja a imobilidade.
Grupo de Química 2A: Julia Tiemi, Lara Machado, Nídia Dias, Victor Miranda
De acordo com o tema “Degradação da Energia, Transporte Coletivo e Mobilidade Urbana”, o qual foi discutido no debate do dia 05/05, chegou-se a várias conclusões sobre os problemas enfrentados na cidade de Belo Horizonte e, mutualmente, a várias soluções de curto, médio e longo prazo.
ResponderExcluirDentre essas soluções fora falado sobre a expansão da malha ferroviária do metrô, o aumento da frota de ônibus, a criação de corredores exclusivos para os BRT’s, a estatização da atual empresa de ônibus de BH e a proposta de desestimular a compra de automóveis particulares. Tais soluções possuem seus prós e contras e, portanto, geraram grande discussão por parte dos participantes, pois não há um consenso sobre qual é a melhor ação para se implantar em Belo Horizonte para que o problema da mobilidade urbana se resolva.
Na opinião do grupo, para que a mobilidade melhore por um longo prazo, é necessária a estimulação ao transporte público e a ampliação e integração de todos esses meios. Ou seja, deve-se criar um plano de ação que atinja todas as áreas, descentralize o trânsito e priorize os meios públicos.
Somos a favor da expansão do metrô para todas as regiões, o aumento da frota de ônibus e da criação de corredores para os BRT’s, pois esses são os meios de transportes mais eficazes e que apresentam maiores vantagens. Porém se ações forem realizadas, devem apresentar o comprometimento do governo, o qual é obrigado, não somente, a apresentar projetos realmente funcionais em longo prazo (mesmo que estes exigiam um investimento maior), mas também a imposição de sua soberania, principalmente, sobre a empresa de ônibus que é privada.
Portanto, soluções para melhorias há aos “montes”, mas ações governamentais apenas algumas que são, na maioria das vezes, ineficientes e mal planejadas. O governo possui obrigação de fornecer transporte de qualidade, basta a nós cidadãos de Belo Horizonte, exigirmos nossos direitos!
Grupo: Gabriel Fiuza, Isabella Rocha, Emily Lopes.
Turma: MCT - 2A
Professora: Érika Giesbrecht
ResponderExcluirTurmas: EST-TT 2A
Alunos: Isadora Frade (EST), Caroline Dayrell (TT), Karine Santos (TT) e Diógenes Vaz de Melo (TT)
A 2ª lei da termodinâmica, que nos diz que é impossível construir uma máquina térmica que converta em trabalho todo o calor a ela fornecido, se relaciona com a degradação de energia, pois essas máquinas têm um rendimento muito baixo sendo que 70% da energia gerada são rejeitados junto com os gases poluentes produzidos.
O problema da mobilidade urbana se relaciona com a 2ª lei da termodinâmica, uma vez que os veículos são movidos por máquinas térmicas e, conseqüentemente, utilizam como principio a 2ª lei. Os veículos individuais (como o visto em sala de aula) desperdiçam, por pessoa, mais energia e emitem mais gases poluentes em relação ao transporte coletivo.
Os automóveis por proporcionarem mais conforto, maior liberdade, não existindo tempo de espera para o embarque (como em pontos de ônibus), são escolhidos por boa parte da população que possui maior poder aquisitivo, o transporte público fica sendo utilizado por quem possui menor renda.
A cada ano aumenta o número de veículos em circulação, fazendo com que a frota de veículos supere a oferta viária (atualmente, em Belo Horizonte, existem mais de 1.350.000 veículos), evidenciando o problema da mobilidade.
O transporte coletivo precisa ser priorizado e para isso é preciso que haja investimento para ampliação das linhas de metrô, implantação de medidas que proporcionem melhorias no transporte rodoviário público e implementação de ciclovias para que diminua os congestionamentos.
Além disso, é importante incentivar a integração dos diversos modais, pois nenhum modal é a solução perfeita para um local. Em Belo Horizonte recentemente foi permitido o embarque de pessoas com bicicletas ao metrô, mas se observarmos o quanto isso é complicado e, de certa forma, burocrático, com diversas regras que desestimulam o usuário a fazer essa integração, fica claro que ainda falta muito a ser feito quando o assunto é a integração dos modais.
Deve-se também investir na “Mobilidade Sustentável”, universalizando a mobilidade e padronizando o nível de serviço de transporte público num mesmo local (o que reduz o preço e aumenta a qualidade e a oferta deste serviço); investir em acessibilidade e alternativas de deslocamento, e na criação de novas centralidades, uma vez que os serviços estarão distribuídos em vários “centros”, o cidadão não precisaria ir até o “grande centro” para realizar atividades de compras, serviços de saúde etc., tendo uma centralidade próxima a sua casa. Teria mais facilidade no acesso aos serviços, e não precisaria enfrentar o trânsito e os problemas de mobilidade das vias arteriais que levam ao centro da cidade. Utilizando destes centros próximos à sua moradia haveria melhoria no tráfego, uma vez que não precisaria trafegar por vias já saturadas, assim contribuindo por uma maior mobilidade das vias principais. Optar pelo uso do não motorizado é também uma solução.
Há também a necessidade de investimento em segurança no trânsito, diminuir a poluição sonora e do ar e evitar a destruição dos espaços públicos com viadutos, trincheiras, pontes etc.
O problema na mobilidade urbana e na organização espacial das cidades do Brasil, remete a industrialização tardia do país. Ocorreu o crescimento desordenado (chamado fenomeno da "favelização"). Isso fica claro no exemplo de Belo Horizonte, cujo plano inicial deteve-se a área englobada pela Avenida do Contorno, e depois estendeu-se desordenadamente.
ResponderExcluirAtualmente a situação demonstra-se caótica nos grandes centros urbanos. Retirando de alguns até 4 horas em engarrafamentos gigantescos.
Toda essa questão deve-se a centralização econômica que o Brasil possui. O país centraliza oportunidades de emprego, comércio, industrias, entre outros. Causando um êxodo rural massivo, digno de um país subdesenvolvido, que gera uma superlotação urbana.
Uma solução para essas questões seria exatamente a descentralização da economia do país, com a criação de novos centros com infraestrutura adequada, que ofereçam oportunidades de emprego e se tornem alvos das migrações internas do país. O Brasil demonstrou ligeiro interesse nesse fato na criação da Zona Franca de Manaus e de Brasília.
Na Europa, a fuga dos centros urbanos já ocorrera e ela começa a tomar forma no Brasil. A partir de dados atuais, é possível perceber que a população demonstra uma migração para cidades pequenas, próximas aos grandes centros, buscando qualidade de vida e ao mesmo tempo a infraestrutura das metrópoles.
É extremamente necessária agora, a criação de tais centros econômicos "autosuficientes", para a descentralização da economia do país e a consequente resolução dos problemas de superlotação das metrópoles, tais como a mobilidade urbana.
A necessidade de um sistema de transporte completo e eficaz é altamente indispensável para o funcionamento regular da sociedade atual. Por isso as falhas no transporte gera diversos danos econômicos, sociais, e principalmente ambientais.
ResponderExcluirDevido à melhoria na renda da maioria dos trabalhadores, o índice de venda de veículos particulares cresce cada vez mais implicando uma maior demanda de combustíveis não renováveis altamente poluidores.
O combustível mais utilizado na malha rodoviária brasileira provém do petróleo, que é caro e não renovável, polui desastrosamente o meio ambiente pois apesar de eficaz não é completamente transformado em energia mecânica capaz de movimentar os veículos.
A utilização do transporte coletivo é incentivada mas a grande maioria persiste nos veículos individuais. O transporte privado é contraponto ao tranporte coletivo, que é capaz de deslocar um número maior de pessoas, ocupando um espaço muito pequeno comparado à proporção: pessoas X veículos.
O transporte público urbano é parte essencial de uma cidade. Diante dos fatos o Governo vêem investindo na melhoria do transporte público, com o propósito de que ele suporte cada vez mais pessoas, de maneira mais barata, confortável e ambiental, além disso vêem investindo em novas tecnologias referentes aos combustíveis e sua eficácia.
GESIELE REGINA, DÉBORA SOARES, WILTON JÚNIOR, GUILHERME VIANA. EST2A
A necessidade de um sistema de transporte completo e eficaz é altamente indispensável para o funcionamento regular da sociedade atual. Por isso as falhas no transporte gera diversos danos econômicos, sociais, e principalmente ambientais.
ResponderExcluirDevido à melhoria na renda da maioria dos trabalhadores, o índice de venda de veículos particulares cresce cada vez mais implicando uma maior demanda de combustíveis não renováveis altamente poluidores.
O combustível mais utilizado na malha rodoviária brasileira provém do petróleo, que é caro e não renovável, polui desastrosamente o meio ambiente pois apesar de eficaz não é completamente transformado em energia mecânica capaz de movimentar os veículos.
A utilização do transporte coletivo é incentivada mas a grande maioria persiste nos veículos individuais. O transporte privado é contraponto ao tranporte coletivo, que é capaz de deslocar um número maior de pessoas, ocupando um espaço muito pequeno comparado à proporção: pessoas X veículos.
O transporte público urbano é parte essencial de uma cidade. Diante dos fatos o Governo vêem investindo na melhoria do transporte público, com o propósito de que ele suporte cada vez mais pessoas, de maneira mais barata, confortável e ambiental, além disso vêem investindo em novas tecnologias referentes aos combustíveis e sua eficácia.
GESIELE REGINA, DÉBORA SOARES, WILTON JÚNIOR, GUILHERME VIANA. EST2A
Atualmente a maioria dos motores são à combustão interna, e eles perdem 70% de seu aproveitamento em calor, ou seja nem toda energia química presente nos combustíveis dos veículos são convertidos em energia mecânica. A maioria da malha rodoviária brasileira utiliza combustíveis de origem fóssil e não renovável, e que por sinal é bastante poluidora.
ResponderExcluirUma tendência levantada afim de amenizar os impactos ambientais causados por veículos motorizados é o investimento governamental em transportes coletivos.
Capazes de transportar mais pessoas em menos espaço, os transportes coletivos são ótimas alternativas tendo em vista a preservação ambiental. O problema é que nem sempre os veículos estão em boas condições, há superlotação de pessoas em horário de pico e o transporte privado oferece muito mais acessibilidade e conforto.
O ideal seria um maior investimento em transportes coletivos tendo em vista sua melhora e sua manutenção, a fim de se tornar mais agradável sua utilização. Durante o debate foram levantadas diversas mudanças e a que mais chamou a atenção do nosso grupo foi a criação de corredores rápidos para ônibus (BRT) em BH. Essa melhoria é mais viável em termos financeiros e técnicos comparado ao superinvestimento no metrô. A importância do debate foi que ele estimulou a reflexão acerca do tema e aponta importantes passos para a melhoria do problema da mobilidade urbana.
EUGÊNIO ROCHA, STÉFANY CASTRO, ISABELA BERNARDES, CAMILA WEITZEL. ESTRADAS 2A
Depois de ler o post e participar da palestra realizada no sábado, o grupo pôde visualizar melhor os problemas que BH e outras grandes cidades vêm passando em relação ao trânsito. As cartas estão na mesa, estamos vivenciando uma situação que se não for parada certamente ficará insustentável em um futuro próximo, é hora de sairmos do comodismo e amadurecer as muitas idéias citadas na palestra.
ResponderExcluirO número de carros particulares continua aumentando ao longo dos anos e o trânsito ficando cada vez mais caótico, a quantidade de CO2 liberada na atmosfera aumenta cada vez mais. Se pararmos pra pensar, é mesmo necessário o número de carros particulares que utilizamos hoje? A resposta seria não, mas para que o conforto do carro particular seja abandonado, os transportes públicos teriam de sofrer diversas modificações. Primeiramente deveriam abranger toda a população, em BH há regiões em que o metrô não cobre isso acarreta o deslocamento dos habitantes para o centro da cidade, causando um grande fluxo de carros e ônibus. Outro ponto é o conforto dos coletivos, que são obsoletos á época em que estamos vivendo. Sabemos que algumas dessas mudanças foram feitas em cidades do mundo e deram resultado. Deveríamos fazer o mesmo em BH, mas uma coisa é a teoria, outra é a prática, por isso devemos adaptar essas idéias no espaço em que vivemos.
Todos os dias vemos notícias sobre como o trânsito está caótico nas grandes cidades do Brasil e sobre as consequencias que isto traz para o meio ambiente e para nossa saúde.é perceptível e incomoda o grande aumento do fluxo de automóveis circulando nas grandes capitais na última década.Com o crescimento econômico do nosso país, recebemos investimentos na indústria automobilística, além das reduções nas taxas de juros e facilidade de parcelamento de veículos, medidas que inclusive ajudaram a impedir a quebra do Brasil na última crise financeira mundial.Apesar dos bons efeitos, tudo tem seu lado ruim e é preciso começar a pensar sobre mobilidade urbana, tema muito presente e muito interessante para um debate num colégio como o CEFET, onde grande parte dos estudantes utilizam o transporte público diariamente.
ResponderExcluirA cidade em que vivemos e grande e está se preparando para sediar um evento de porte mundial, a Copa do Mundo e por isto estão sendo adotadas medidas para melhorar o trafego na cidade.Umas das medidas a serem tomadas é o BRT, que vai servir à curto prazo mas não chegará a atender a grande parte da população, uma vez que só será implantada em três grandes vias, a princípio.Vale lembrar que para as obras do BRT na Cristiano Machado, parte do recente projeto da linha verde teve que ser reconstruído, o que mostra falta de planejamento e desperdício de dinheiro público.O governo precisa entender que as obras precisam ser feitas não para serem mostradas ao mundo, mas para atender a as necessidades da população que ali vive e se for preciso, realizar projetos mesmo que custosos cujo resultado só será visto a longo prazo e não tentar esconder o que há de errado.O grupo acha que a melhor decisão a ser tomada seria o aumento das linhas do metrô normal e a criação de algumas de metrô subterrâneo, que apesar de serem caríssimas atenderiam as necessidades e fariam a cidade ganhar reconhecimento e servir de inspiração para muitas outras na América Latina, além de ser mais viável que o uso de bicicletas para longas distâncias e novas linhas ônibus, uma vez que o propósito é acabar com o trânsito pesado.
Outra medida a ser tomada é a conscientização da população.As pessoas precisam entender andar de bicicleta vale a pena, que ter uma estação de metro perto de casa ou fazer uso do transporte público não significa pobreza, e traria vantagens para todo mundo.Mas para isso, é preciso que o governo dê a estrutura certa e apoio a essas idéias.É necessário também acabar com este sonho de ter um automóvel próprio pois nem sempre isto traz felicidade.Medidas como o revezamento de placas, como ocorre em São Paulo, não seria o mais confortável, mas faria as pessoas se acostumarem com o rodízio entre transporte público e particular nos dias da semana.A mobilização para a melhora da mobilidade urbana precisa acontecer juntando a população com o governo, mas isso é difícil pois sabemos que nem sempre os interesses dos governadores são os mesmos da população.
Grupo:Izabella Gontijo, Luis Marques,Natália Azevedo e Rafael Araújo.
Professora:Erika Turma: TUR-2A