A Segunda Lei da Termodinâmica implica uma assimetria nos processos de conversão de energia. Energia mecânica (ordenada) pode ser integralmente convertida em energia térmica (desordenada), mas a energia térmica, por sua vez, não pode ser recuperada integralmente na forma de energia mecânica.
Uma força de atrito (dissipativa), ao levar ao repouso um objeto em movimento, converte integralmente energia mecânica em energia térmica (energia interna). Porém qualquer máquina térmica, ao retornar à condição inicial, para reiniciar seu ciclo de funcionamento, necessariamente rejeitará calor para uma fonte fria, determinando a impossibilidade de converter integralmente energia térmica em mecânica.
A energia térmica, portanto, é qualificada como energia degradada, porque uma vez produzida não poderá ser recuperada integralmente para se obter trabalho útil, energia mecânica ordenada. Outro termo usado para expressar essa assimetria é o de dissipação de energia. A palavra ‘dissipar’ significa ‘dispersar’ ou ‘espalhar’. Para compreender o que isso significa, devemos lembrar que a energia térmica está associada ao movimento aleatório das partículas que compõem a matéria. Portanto, ao converter energia mecânica em calor dissipado ao meio, estamos convertendo energia ordenada em energia desordenada, dispersa, degradada. Dizemos que houve dissipação de energia. Essa assimetria nos processos de conversão de energia tem consequencias importantes.
Todo processo natural, envolve forças dissipativas. No mundo real, todo processo de conversão de energia implica produção de energia térmica, uma vez que há forças dissipativas envolvidas. Na conversão de uma forma de energia em outra, uma fração da energia convertida será térmica, uma fração da energia convertida será degradada. Isso determina a irreversibilidade dos processos naturais.
Um pêndulo posto a oscilar, com o passar do tempo atingirá o repouso. Nesse processo forças dissipativas realizarão trabalho e converterão energia mecânica em térmica. Essa energia térmica não retornará espontaneamente e colocará o pêndulo para oscilar em amplitudes cada vez maiores. A irreversibilidade dos processos naturais é determinada pela Segunda Lei da Termodinâmica. É conseqüência da impossibilidade de se recuperar integralmente energia térmica na forma de trabalho útil.
Na sociedade atual em que a energia é utilizada intensivamente em uma sociedade fundamentada especialmente em relações de consumo, a degradação da energia é um aspecto importante a se considerar. A geração em larga escala de energia térmica não é um processo desejável, pois essa energia não será mais inteiramente recuperada.
Todo processo que envolve produção de energia térmica, de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, implica em um inevitável desperdício de energia. No entanto, motores ou equipamentos que funcionam tendo por base a energia térmica liberada na queima de um combustível possuem rendimento muito baixo, comparado com outros equipamentos em que a conversão ocorre por meio de outros processos. Um motor elétrico convencional tem rendimento de cerca de 90%. Os motores de combustão à gasolina têm um redimento de 22% a 30%, os motores a diesel, de 30% a 38%, à gás de 32% a 39%.
Isso significa chamar atenção para as tecnologias baseadas na geração de energia térmica: usinas termelétricas, processos industriais dependentes da queima de combustíveis, motores de combustão, entre tantos outros. Ainda que não se queira enfrentar verdadeiramente esse impasse, ele existe, nosso modelo de desenvolvimento está fundamentado, em grande parte, em processos de queima de combustíveis e liberação de energia térmica, energia degradada, não totalmente recuperável na forma de trabalho útil.
A tecnologia dos motores a combustão (gasolina, álcool e diesel) é intensivamente utilizada nos sistemas de transporte. Apenas 30% da energia térmica gerada na combustão da gasolina é aproveitada para movimentar rodas e eixos em um automóvel, o restante, (70%!!) é rejeitado para o sistema de refrigeração e para a vizinhança do motor.
Para tornar mais complexa essa situação o deslocamento nos centros urbanos é feito especialmente por automóveis particulares transportando, em média, menos de duas pessoas por veículo. Em Belo Horizonte, circulam aproximadamente 1.350.000 veículos. Desse montante, aproximadamente 950.000 são automóveis particulares (70%).
Já fizemos cálculos e mostramos que se comparamos a energia consumida por pessoa por quilômetro rodado, no deslocamento de um automóvel particular com o de um ônibus, a relação é, pelo menos, três vezes maior para o automóvel particular.
No caso dos combustíveis fósseis, outra preocupação se refere à liberação de dióxido de carbono para a atmosfera. Se comparamos a quantidade de CO2 emitida para atmosfera no transporte feito por automóveis ou por ônibus nas mesmas condições, considerando que carro e ônibus consumiriam gasolina, a relação é 5 vezes mais emissão para o automóvel particular. Ao longo de um ano, essa proporção faz uma grande diferença.
O que leva a esse modelo de mobilidade urbana fundamentado especialmente no automóvel particular, se ele gasta mais energia, é mais poluente e leva, no limite, à imobilidade?
O que aprendemos sobre a Segunda Lei da Termodinâmica nos leva a discutir criticamente a utilização de tecnologias cuja fonte primária é a energia térmica liberada na combustão. É importante questionarmos os modelos de sistema de transporte e de desenvolvimento atualmente vigentes? Há alternativas? Podemos participar de alguma forma de modo a influenciar esses processos? A Segunda Lei da Termodinâmica e suas implicações nos cobram um posicionamento!” (Texto produzido pelo professor Adelson Fernandes Moreira)




Douglas Henrique, Isabella Priscilla, Larissa Aline - MEC 2A
ResponderExcluirO texto acima nos questiona o que leva a uma sociedade como a nossa utilizar um modelo de mobilidade urbana fundamentado no automóvel particular, sendo que é cientificamente comprovado que este é muito mais prejudicial ao meio ambiente e nos leva,quase sempre , a imobilidade. Nossa opinião, consiste no fato de que as pessoas são ligadas a prazeres pessoais, no conforto e no individualismo, adquirindo assim, automóveis particulares para sua mobilidade até o trabalho, escola, viagem, etc. E partindo do fato de que o transporte público no país ainda se encontra em estado precário, muitas vezes hiper lotados, sem nenhum conforto, e com passagens absurdas que não vale o preço que pagamos, fica mais claro ainda o porquê da maioria das pessoas optarem pelo transporte particular ao invés do público.
O texto acima levanta um questionamento que deve estar presente nas discussões dos dias atuais: por que o sistema viário urbano é tão caótico, e por que a população ainda prefere o automóvel particular? As respostas podem ser inúmeras, desde comodismo, desconhecimento, deficiências do transporte público, segurança e até mesmo egoísmo e desinteresse quanto ao restante da sociedade. Existe, porém um fato, e esse é unânime: tal situação exige uma remediação imediata.
ResponderExcluirA Segunda Lei da Termodinâmica nos revela que nenhuma máquina térmica, como o motor de explosão presente nos automóveis, tem a capacidade de converter todo o calor a ela fornecido em trabalho, ou seja, pode-se dizer que há, necessariamente, desperdício de energia em todo automóvel.
Esse conhecimento nos mostra que, mesmo que as indústrias automotivas lancem novos modelos de carro todo ano, os motores ainda possuem rendimento médio de 30 a 40%.
A tendência dos dias de hoje, contudo, é que cada vez mais automóveis sejam adquiridos e, consequentemente, maiores sejam a pressão sobre os recursos naturais e a emissão de poluentes subprodutos da combustão na atmosfera. Tudo isso, sabendo-se que de 60 a 70% da energia do combustível é perdida em outras formas que não trabalho.
É fundamental, portanto, que melhorias sejam feitas no transporte público para que este atenda às necessidades da população de maneira digna, mas juntamente com projetos de criação e popularização de motores que apresentem maior rendimento e menor potencial poluidor, de modo que o cenário presente de degradação ambiental seja reduzido e a população se liberte do caos do transporte urbano.
Grupo de MEI 2A: Fernanda Sant'Ana, Guilherme Eugênio, Guilherme Santana, Lívia Paraguassú.
É inegável que os problemas decorrentes da utilização do transporte rodoviário é imensa. Como dito, o desperdício energético resultante desse processo é de cerca de 70%, e ainda assim é o tipo de motor mais utilizado, no Brasil.
ResponderExcluirPor pior que seja esse sistema, ele é decorrente de uma fonte histórica determinante para que o nosso país se tornasse o que é. Durante nosso desenvolvimento grande parte do capital investido no país veio de empresas produtoras de automotores e relacionadas ao meio dos carros, tal como a Ford. Como o Brasil cresceu dependente desse capital "automobilístico" alterar esse sistema após décadas é uma tarefa muito complexa por dois motivos principais:
1) O Brasil mantém essa dependência com as indústrias automotivas, que pode-se perceber a partir do alto investimento em fontes de combustível fóssil, mas não se fala de formas alternativas;
2) O Brasil alimenta sua economia de uma forma cíclica embasada na extração, exportação energética. Um exemplo seria a Petrobrás, uma das maiores empresas brasileiras, e de maior importância no cenário mundial cuja base é o desenvolvimento de combustíveis fósseis.
Para que o Brasil deixe essa situação para trás é absolutamente necessária a importação de tecnologias de países como Alemanha, e Japão, pioneiros e grandes produtores de formas alternativas de energia,e principalmente, um investimento por parte do governo em novas fontes de energia, o que seria bom para diminuir a manipulação do governo por parte das petrolíferas e contribuiria com o meio ambiente. Uma medida mais rápida talvez seja o investimento no transporte publico, que não é usado por uma maioria devido ao seu estado deplorável.
MEI-2ºA Carolina Villela, Daniela Barros, Henrique Manata, Vincius Augusto
ELT 2B - Guilherme da Silveira, Gustavo Barros, Pedro Rocha e Philipe Atela.
ResponderExcluirAtualmente gastamos muita energia em um meio de transporte que não é mais tão eficaz. O carro particular tem um rendimento de apenas 30% e tem grande parte nos congestionamentos que enfrentamos. Mas mesmo com todo o trânsito e todo o estresse que o motorista de carro enfrenta, parece ser mais vantajoso para ele continuar indo de carro. O carro é mais confortável que o ônibus e o metrô, pode ser utilizado quando o motorista bem desejar e ainda assim chega primeiro ao seu destino do que se ele fosse de ônibus ou de metrô. Portanto, precisamos além de melhorar os transportes coletivos, mudar o pensamento dos cidadãos, para que pensem também nos outros e não só neles mesmos. Frotas de ônibus podem ser aumentadas nos horários de maior movimento, assim como no metrô. As vans também podem ser estudadas como meio de transporte, assim como acontece no Rio de Janeiro. Há também a possibilidade de se pensar no carro elétrico, que possui maior rendimento (90%) e não polui, mas apesar disso no Brasil ainda é inviável substituir o carro com motor de combustão interna pelo carro elétrico, pois o comércio deste ainda não ocorre no nosso país. Essa pode ser uma possibilidade de se pensar nesse investimento juntamente com a construção da usina de Belo Monte, colocada em debate há algum tempo atrás.
Os interesses das empresas privadas de transporte coletivo são um obstáculo à melhoria no transito da cidade, uma vez que estas empresas visam sempre o lucro, fazendo o possível para gastar o mínimo possível. Devido a isso, não temos um número suficiente de ônibus circulando na cidade, deixando muitas pessoas esperando um tempo absurdo em pontos de ônibus e depois ainda viajando em veículos superlotados e desconfortáveis. Esses problemas por si só já desencorajam fortemente as pessoas a usarem o transporte coletivo. Além disso, faltam investimentos do governo nas áreas certas, por exemplo, no início da urbanização do país, o governo investiu tão fortemente na construção de rodovias que hoje o número de automóveis em circulação nas grandes cidades é absurdamente alto, e é aí que se encontra a raiz do problema do transporte nas metrópoles brasileiras. Mas ainda há solução, podemos focar no ampliamento das redes de metrô, por exemplo, que é um meio de transporte muito usado em cidades como Londres e Tóquio, e vale a pena reparar que nestas cidades, não são apenas as pessoas de classe baixa que utilizam esse meio de transporte, como ocorre no Brasil.
Enfim, são muitas as medidas que podem ser tomadas para se ter uma mobilidade urbana melhor, basta querer e exigir do governo, mostrando que o que poderá ser feito não será em vão. E devemos agir logo, imaginem como seria se o trânsito em Belo Horizonte atingisse o nível de estagnação da Cidade do México, por exemplo, aonde há congestionamentos, literalmente, de 7 horas da manhã até às 8 horas da noite.
GRUPO DE MEI 2A: Flávia Viegas, Midori Yoshizane e Nayara Mariana.
ResponderExcluirComo a 2ª Lei da Termodinâmica denuncia, "é impossível a construção de uma máquina térmica, que operando em ciclo, transforme em trabalho todo o calor a ela fornecido". Ou seja, máquinas térmicas nunca apresentam um rendimento de 100%. Sabendo-se isso, fica claro como a degradação de energia e o transporte coletivo relacionam entre si, pois atualmente, os véiculos são movidos a motores de combustão, que utilizam em sua maioria, fontes de combustíveis fósseis. Mais grave ainda, parte majoritária desses veículos são individuais. Recentemente, foi noticiado que Belo Horizonte está perto da marca de 1,5 milhão de veículos. Isso nos leva a refletir sobre o problema de mobilidade urbana, principalmente nas grandes cidades brasileiras. Veículos individuais não só apresentam baixo rendimento, degradando a maior parte da energia disponível, como também apresentam a desvantagem de transportarem pequeno número de passageiros, sendo necessária uma quantidade enorme de automóveis. Consequentemente, haverá necessidade de maior espaço para circulação dos carros, ocasionando congestionamentos diários e problemas ambientais, como maior emissão de gases poluentes e degradação de áreas para construção de ruas, viadutos e outras passagens.
Com tantos problemas, conclui-se que deve haver maior investimento em transporte coletivo, principalmente os que utilizam outras fontes de energia, como o metrô, além de uma conscientização da população para a situação atual, afim de levá-las a diminuirem a utilização de carros.
ELT-2B - Lucas Fiuza, Lucas Gondim, Sabrina Chaves
ExcluirO motor de combustão é a máquina térmica mais utilizada atualmente no Brasil nos meios de transporte e, na sua grande maioria, transportes particulares. Como explicitado acima, ele tem um rendimento muito baixo, degradando a maior parte da energia potencial química que o combustível tem armazenada na forma de calor. Achamos muito importante discutir o seu intenso uso tanto pela questão energética quanto pela ambiental, já que a combustão libera CO2 e outros gases poluentes. Há sim outras alternativas, basta analisar se são viáveis em termos sociais e econômicos para nossas cidades. O que podemos fazer é entender mais sobre o assunto e incentivar e pressionar o governo para fazer as melhorias no transporte público.
Qui 2a - Grupo 2 - Victor Rubim, Vitor Rêda, Paulo, Rafael, Lucas - Alfredo Melk
ResponderExcluirO texto acima diz que da energia utilizada em motores de combustão somente 30% do total do potencial do combustível é aproveitada, enquanto o resto é consumida por sistema de resfriamento e dissipada para o resto do motor.
Porém podemos usar motores que utilizam energia elétrica, que realizam a mesma função com o aproveitamento de 90% de seu potencial.
O problema que implica essa substituição é a falta de baterias potentes, já que a energia elétrica não é armazenável.
Além de que para substituir todas essas máquinas térmicas,que utilizam energia provida de combustíveis fósseis,resultaria em um trabalho intenso, pelo contexto histórico e econômico.As grandes empresas automobilísticas dificultam o processo de substituição,já que o capital obtido através de motores de combustão gera mais lucro do que os elétricos. Há um número muito grande dessas máquinas térmicas e por isso não é possível substituir todas elas de uma vez,ou seja, o processo de substituição deve ser gradual.
Como ponto de partida usaremos o exemplo da primeira discussão em sala de aula, onde calculamos a energia total gasta em um transporte coletivo e um transporte pessoal, e a energia gasta por pessoa em 1Km rodado em ambos os casos. Como resultado percebemos a vantagem no uso do transporte coletivo que gasta uma quantidade menor de energia por pessoas em uma mesma distância do transporte pessoal. De acordo com 2ª lei da termodinâmica sabemos que as maquinas térmicas (no nosso caso o motor de combustão interna) não tem um rendimento de 100%, ou seja, parte da energia e dispersada no meio levando a varias consequências prejudiciais: a poluição do meio ambiente, o desperdício da energia gerada entre outros. Gerar energia não e um processo simples e requer gastos financeiros e uso de fontes na maioria das vezes não renováveis (petróleo), sendo assim não faz sentido optar por desperdiçar mais. Então porque não aderir o transporte coletivo? Porque não investir/pesquisar/usar uma maquina térmica com maior rendimento? É uma questão a ser discutida e que não depende só do nosso grupo ou do professor, mas sim de toda a sociedade, é preciso a mobilização da população, assim é necessário a disseminação do conhecimento sobre o assunto em questão, esclarecendo vantagens do uso do transporte coletivo, desvantagens da degradação de energia para o meio ambiente e para a própria sociedade. Assim com a mobilidade urbana e a vontade de todos podemos mudar para melhor.
ResponderExcluirIntegrantes: Brenda Neves, Camila Lopes, Felipe Fonseca e Josiane Guimarães.
Grupo: 7 Turma: EBM2A
Professor: Alfredo Melk
Fundamentada na 2ª lei da termodinâmica, a degradação de energia é um dos temas pelos quais não podemos deixar de discutir. Principalmente hoje em dia, em que, cada vez mais esta se encontra relacionada à questão dos transportes e consequentemente, com os problemas gerados pelo uso dos diferentes meios na mobilidade urbana.
ResponderExcluirJá que vivemos numa sociedade que necessita tanto de energia, por que essa ainda continua sendo desperdiçada? Simplesmente porque, como temos visto, é um processo inevitável, presente em aplicações que possuem rendimentos baixos, ou seja, que não conseguem converter a energia térmica integralmente em outras formas e de modo eficiente. As aplicações não estão longe do nosso alcance e fazem parte do nosso cotidiano: presente como nos motores à combustão (típico de automóveis), nos motores a diesel e também nos motores elétricos.
Durante as aulas de física, especialmente aquelas que discutimos sobre o motor de combustão, conseguimos entender bem o porquê do rendimento de apenas 30% em veículos que usam dessa tecnologia. Isso, por exemplo, em um único automóvel. Imaginemos em milhares. Sem contar a quantidade de energia que é rejeitada, liberada inclusive na forma gases, como CO2, resultado da combustão dos combustíveis fosseis. Pensemos na quantidade de veículos que só aumentam, grande parte do tipo particulares, onde temos um ou dois passageiros. Sem contar nos inúmeros problemas relacionados ao trânsito, reflexo de outros que coexistem, mas que são deixados de lado.
Juntamente a todos esses levantamentos, temos também indagações como “quais motivos nos levam a optarmos pela utilização de carros particulares, sendo que como vimos nas aulas, o consumo de energia por pessoa no transporte coletivo é menor do que o consumo de energia por pessoa nos carros particulares? Será que as pessoas não poderiam pensar mais em conjunto, e nem sempre se preocuparem apenas com seus próprios interesses ou com a própria comodidade? Como podemos participar, e que medidas adotar?”. São questionamentos como esses que nos incentivam a pensar melhor sobre a situação caótica que temos enfrentado no trânsito e ajudam a encontrar soluções e alternativas amenizadoras.
Discutindo em grupo deduzimos algumas alternativas. Sabemos que a maior parte do rendimento do motor de combustão é desperdiçada na forma de gases, que são responsáveis pela poluição atmosférica e pelo efeito estufa. Uma solução seria a utilização de outras fontes de energia (como combustíveis biodegradáveis) ou a utilização de uma nova tecnologia no motor de combustão que gerasse 100% de aproveitamento ou próximo disso. Como vemos atualmente em reportagens, a utilização do carro elétrico também seria uma boa solução, pois não emite nenhum tipo de gás, ou ainda, o uso de hidrogênio, pois sua combustão gera apenas água.
Cabe ao governo e as empresas de trânsito também tentarem interferir de modo que consigam melhorar a mobilidade urbana, participando não só aumentando o número de vias como têm feito, mas aumentando o número de transportes coletivos, como ônibus e metrô. Campanhas sobre as questões em jogo podem ser feitas (assim como o debate), incentivando as pessoas a optarem por outros meios ao invés dos carros particulares. Medidas políticas e sociais como, por exemplo, as que controlam a circulação dos carros particulares durante os dias da semana, como em São Paulo (um dia saem os carros A e no outro, os carros B) e a implantação de ciclovias também podem ser boas opções.
Camila Carvalho, Christian Pereira, Izabella Torres, Nayara Silva e Roberta Bolivar – EBM2A – Prof. Alfredo Melk
Grupo de Química 2A - Danielli Robadel, Erika Andrade e Gustavo Santos
ResponderExcluirA 2º Lei da Termodinâmica diz respeito a impossibilidade de se converter integralmente calor em trabalho mecânico. Dessa forma, é impossível construir uma máquina térmica que, operando em ciclo, transforme em trabalho todo o calor a ela fornecido, o que faz com que o rendimento de qualquer máquina térmica seja inferior a 100%. Cada máquina térmica tem um rendimento específico, por exemplo, motores à gasolina na ordem de 30%, motores a diesel e à gás na ordem de 40% e motores elétricos cerca de 90% de rendimento. Percebe-se dessa maneira que a degradação da energia está intimamente relacionada à 2º Lei da Termodinâmica. Quanto menor for o rendimento do motor, maior a degradação de energia, pois grande parte desta energia (energia térmica) liberada na combustão é desperdiçada, ou seja, não poderá mais ser recuperada. Considerando um motor à gasolina, percebe-se que 70% da energia é degradada, isso mostra a ineficiência desse tipo de motor se comparado por exemplo, ao motor elétrico, onde apenas 10% da energia é degradada.
Em Belo Horizonte há cerca de 1,29 milhão de veículos circulando, de acordo com dados de 2010 do Departamento Nacional de Trânsito. Em apenas dez anos, o número de veículos praticamente dobrou na capital. As consequências de tantos veículos na rua são tráfego intenso, lentidão e dificuldades para encontrar vagas para estacionar principalmente nos horários de pico. Dessa maneira, a emissão de poluentes como o CO2 no ar é intensa na capital. De acordo com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) mais de 90% da poluição atmosférica produzida em Belo Horizonte se deve à frota de veículos. O CO2 em grande quantidade é responsável pelas doenças respiratórias e ao agravamento do efeito estufa.
É importante ressaltar que os veículos não poluem da mesma forma. O tipo de veículo, a idade da frota e o combustível utilizado interferem no grau de poluição . Por isso, medidas governamentais devem incentivar o densevolvimento e a produção de carros elétricos, visto que o redimento destes estão na ordem de 90% além de ser menos poluentes. Por fim, é necessário que a população se una em prol de medidas que valorizem o meio ambiente.
QUI 2A: Julia Tiemi, Lara Machado, Nídia Dias e Victor Miranda
ResponderExcluirO problema da mobilidade urbana é hoje uma das maiores preocupações dos grandes centros urbanos em todo o mundo. O crescimento em massa da frota viária tem causado efeitos caóticos em todo o trânsito, a falta de estrutura e planejamento urbano agrava ainda mais tais problemas. O consumismo e o estímulo da indústria automobilística influenciam na quantidade de carros particulares que chega às ruas e, todos os anos, esse número vem crescendo cada vez mais. O déficit apresentado pelas companhias de transporte público é grande: a frota de ônibus não aumenta, há apenas a criação de novas linhas e a redistribuição dos ônibus. As passagens encarecem e a qualidade do sistema é cada vez menor.
Diante de todos esses problemas, quem afinal, trocaria a comodidade e praticidade de um veículo próprio para enfrentar tal confusão?
Atualmente, a maioria dos carros utilizados no Brasil possui motor a combustão movido à gasolina e à diesel, e como se sabe, pela Segunda Lei da Termodinâmica, nenhuma máquina térmica pode converter toda a energia térmica em energia mecânica, sendo o rendimento desses motores muito baixo, (22% a 30% e de 30% a 38%, respectivamente) havendo um grande desperdício de energia, além de gerar grandes níveis de poluição atmosférica.
Com a quantidade de carros em circulação aumentando, juntamente com a quantidade de emissões de poluentes atmosféricos pelos veículos, é preciso pensar em soluções que motivem o motorista a trocar o carro próprio por um transporte coletivo que, como já foi verificado em sala, gasta menos combustível e é muito menos poluente.
As medidas a serem tomadas para garantir a mobilidade sustentável são muitas: há a necessidade da utilização de fontes de energia renováveis e conscientização do consumidor. Mas o mais importante é a diversificação e melhoria da qualidade dos transportes públicos, que apresentam alto custo das passagens, frota desqualificada e insuficiente principalmente nos horários de pico.
Com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos no Brasil em 2016, aumentará a demanda do transporte de passageiros, tornando-se ainda mais importante divulgar as necessidades de melhoria da mobilidade urbana brasileira. Discutir normas, legislações e projetos que garantam ao país as medidas necessárias para a melhoria dos deslocamentos da população precisam ser pensados rapidamente, antes que se atinja a imobilidade.
A sociedade atual é movida pelo consumo de forma intensa.Estamos sempre nos desfazendo de objetos em bom estado, muitas vezes, por sermos movidos pelo desejo do novo e do mais moderno.Desta forma tem-se a produção de energia em larga escala, que segundo o texto não é um processo desejável, já que esta não é inteiramente recuperada e implica em desperdícios.
ResponderExcluirEm questão com a utilização dos meios de transportes no Brasil, temos que considerar alguns fatos importantes.Como tudo no mundo temos questões políticas que determinam o que será feito ou não em relação a tal assunto. O Brasil, por ser emergente, visa atingir o desenvolvimento econômico. Para isto, são criados acordos com empresas de automóveis e outras.Estes são de certa forma benéficos aos dois lados.Desta forma o país ganha em desenvolvimento e a empresa ganha em outros quesitos, gerando assim uma relação de dependência. E é exatamente por isso que o transporte brasileiro é tão poluente e gasta tanta energia.
Para resolver estes problemas é indispensável o estudo e conhecimento da população.
A sociedade deve ser educada para que se utilizem os transportes públicos que emitem CO2, cinco vezes menos que um carro particular. Estes por sua vez devem ter qualidade e conforto que atendem bem a população.Os acordos com as empresas automobilísticas devem levar em conta a sustentabilidade e devem ser mudados para o bem do ambiente.
Esse é um processo difícil e demorado, já que para as pessoas automóvel é status. Mas não é impossível e é benéfico a todos.
TUR 2A- Ana Grasiely dos Reis, Bruna Rungue e Isabela Martins
GRUPO DE QUI 2A: João Pedro Rios, Marco Thulio Pimentel, Antônio Augusto e Giovanni Junqueira.
ResponderExcluirÉ claro para todos nós que o Brasil não é mais o país subdesenvolvido que antecedeu nossa geração; o Brasil neste contexto socioeconômico contemporâneo é um país em desenvolvimento, com altíssimo potencial, porém deixa a desejar em áreas chave, tal como a rede de transportes, que, com a base sólida da 2ª Lei da Termodinâmica, é extremamente falha em nosso território.
Se cerca de 70% da frota de veículos do nosso país é composta por automóveis particulares, quer dizer que a população vê esta alternativa como a mais vantajosa para si, em detrimento de outras espécies, tais como o ônibus e o metrô, seja por conforto, comodidade, tranquilidade ou simples falta de informação. É esta falta de informação que crucifica a população brasileira quando colocamos em pauta as questões: Até onde esta comodidade e tranquilidade vão? Quais as implicações da nossa luxúria de deter veículos particulares?
Estes veículos particulares são dependentes da energia térmica liberada pela queima de combustível, que por sua vez é extremamente superficial, visto que apenas 30% dessa energia é convertida e aproveitada no movimento do carro, ou seja, 70% não é convertida em energia mecânica, sendo desperdiçada nos arredores do motor. E como se a situação não fosse crítica o suficiente, esta enorme frota de veículos (quase 1 milhão e meio) libera diariamente quantidades estratosféricas de gás carbônico, além de outros compostos nocivos ao meio ambiente. A grande questão é que a população não é informada destes fatos, logo, adiciona-se uma pequena parcela ao problema a cada dia que o pensamento da massa permanece cego diante das sérias implicações que ela própria causa.
Além da falta de informação, as possíveis soluções não apresentam atrativos para a população: infraestrutura de ônibus e metrô precária, atrasos, estresse diário, desconforto, dentre outros. Não há investimento em formas alternativas de transporte não poluente, como veículos híbridos, transporte à base energia elétrica (cujo rendimento é extremamente maior, cerca de 90%), além do desinteresse do governo em substituir o combustível fóssil, visto que a economia brasileira gira em torno de exportação de petróleo, através da Petrobrás. Além do conflito de interesses que a substituição de veículos poluentes causaria entre o governo e empresas de capital privado.
Conclui-se que o sistema exercido sobre a rede de mobilidade urbana brasileira é extremamente questionável e caminha a passos largos para o próprio declínio. Há solução e ela está explícita como dito anteriormente, basta que haja conscientização e investimento em melhorias.
O trânsito caótico nas grandes metrópoles brasileiras não é novidade, no entanto, falta mobilização dos moradores de áreas urbanas para cobrar a criação de planos que melhorem a mobilidade urbana.
ResponderExcluirA problemática inicia-se com a segunda lei da termodinâmica, a qual enuncia que a energia térmica (desordenada) não pode ser convertida integralmente em energia mecânica. Contudo, observa-se a predominância do uso de veículos particulares (os quais utilizam motores de combustão, e possuem rendimento de aproximadamente 30%) nas metrópoles brasileiras. Tais meios de transporte possuem um rendimento muito baixo quando comparados com veículos movidos a motores elétricos, congestionam o trânsito, e causam grandes danos ao meio ambiente.
A fim de alterar essa situação, deve-se investir em transportes coletivos, mas tal ato deve ser cuidadosamente planejado por urbanistas, técnicos, e outros profissionais a fim de que as melhores soluções (metrôs, VTLs, ônibus, etc) sejam selecionadas levando em conta as características específicas de cada cidade. Deve-se cobrar do governo um monitoramento e uma análise cuidadosa do tráfego de veículos nas metrópoles e políticas públicas que levem em consideração fatores como meio ambiente, infraestruturas duradouras, diminuição do número de veículos particulares, melhores condições físicas do transporte público.
QUI 2A- Professor Alfredo Melk
Grupo: Carolina Soares, Renata Teixeira, Tainá Moreira, Verônica Nascimento, Yolanda Moreno
Com todo gasto de energia e poluição de milhares de carros da grande belo horizonte, não podemos deixar de citar um meio de transporte alternativo tão importante como o metro.
ResponderExcluirO metro é o meio de transporte mais adequado para quem pretende ir de um ponto a outro da cidade em menor tempo, mas mesmo sendo pouco eficiente, ele ainda não atende toda população de BH por ser apenas uma pequena faixa em toda cidade.
Alem de ser rápido, o metro é mais barato que o ônibus convencional, ele polui menos, já que sua fonte de energia é a eletricidade, que não gera poluidores diretos. Ele para em cada estação em uma frequência maior que os ônibus em seus pontos. Não adiantaria aumentar o numero de ônibus nas ruas por vários motivos, como o grande contingente de carros, a poluição do meio ambiente e o fato de não haver um cartão definitivo e padrão para todos os ônibus.
Esse meio de transporte tem um grande potencial para ser explorado para uma melhor mobilidade pública. Mas isso tudo depende do investimento do governo de minas e prefeitura de belo horizonte.
Ótimo blog, continuem assim!
ELT 2A - Bruno Raphael, Cassiano Torres, Guilherme de Castro e Icaro Sannazzaro.
Um dos principais problemas sociais que nós temos atualmente é o da mobilidade urbana. Apesar de sabermos que o governo deve investir recursos para meios de locomoção mais sustentáveis como o metrô, por exemplo, o individualismo humano prevalece, como é mostrado no texto acima, que informa que 70% da frota de Belo Horizonte é formada por veículos particulares. Isto ocorre porque a maioria das pessoas não é capaz de abrir mão do conforto proporcionado por um carro, a fim de optar por um transporte mais sustentável como o ônibus. Algo preocupante, pois a relação de emissão de CO2 na atmosfera, considerando ambos nas mesmas condições, é 5 vezes maior para o automóvel particular, como dito no texto.
ResponderExcluirDessa forma, a obrigação de melhorar a situação atual da mobilidade urbana não é apenas do governo, mas também da própria população que dela usufrui. O papel do primeiro é de investir recursos no sistema de transporte, de modo a garantir uma grande frota de ônibus, melhorar a qualidade das estradas, expandir as linhas de metrô e etc., mas parte da população o dever de abrir mão do egoísmo humano e colaborar com o meio em que vivemos.
Grupo: Pedro Cordeiro, Pedro Gonzaga, Túlio Rossi, Vinicius Fernandes (MEC-2A)
MEI 2A- Bruno Augusto, Gabriel Angelo, Luana Duarte e Luiza Vilas Boas.
ResponderExcluirComo é inferido pela segunda lei da termodinâmica, a energia térmica pode ser qualificada como energia degrada, pois na conversão em outra forma de energia, uma parte é aproveitada e outra dissipada. Isso afeta diretamente os processos de obtenção de energia termodinâmicamente, da qual a sociedade atual possui grande dependência.Um fato que exemplifica tal dissipação da energia térmica é que os motores a combustão possui aproveitamento que varia de cerca de 20 a 40 %, e os elétricos possuem aproveitamento de 90%.
Agravando mais ainda a adoçao majoritária de tal tipo de motor pela população, estão as emissões de gases poluidores , isso somado a grande disperçao energética de cerca de 60 a 80% nos faz refletir a respeito da adoção de novos modos para conversão e aproveitamento energético, entre outras alternativas, pela adoção de motores elétricos ou pelo uso dos coletivos, gerando grandes efeitos positivos tanto no fluxo do transito quanto ao gasto e aproveitamento do combustível.
As pesquisas e análises feitas por especialistas chegam todas ao ponto, de que, o colapso no trânsito das grandes capitais irá acontecer brevemente, e mesmo sabendo disso, os governantes insistem em priorizar apenas obras que beneficiam o transporte rodoviário com enfoque nos carros.
ResponderExcluirA copa está se aproximando e a presidenta Dilma afirma que as obras trarão benefícios a longo prazo. O que se vê são estratégias que irão agradar o visitante estrangeiro e ocultarão uma série de problemas sociais que não tem previsão de serem resolvidos como as reformas para a Copa. Se a questão é mesmo agradar o estrangeiro e trazer benefícios ao trânsito nas rodovias brasileiras, as obras realizadas em BH por exemplo, deveriam ser conciliadas com o projeto de ciclovias e o incentivo das mesmas, já que esse é o método de ‘alívio’ no trânsito mais bem visto no mundo, adotado pelos europeus que vivem em grandes centros econômicos e áreas de visão mundial, além do incentivo da utilização do transporte público, que, na maioria das vezes deixa muito a desejar.
A linha de metrôs em belo horizonte e na região metropolitana está longe de atender às necessidades da população, não só pela superlotação nos horários de pico, mas também pela pouca abrangência das linhas metroviárias e pela falta de segurança, problemas comuns aos ônibus, que tiveram aumento significativo em suas tarifas, porém, nenhuma melhoria efetiva foi vista pelos usuários das linhas.
O investimento em transporte público não seria positivo apenas por desafogar as ruas e avenidas de nossa região, seriam vistas melhoras também no meio ambiente e na qualidade de vida da população em geral.
Essas melhorias deveriam ser associadas à conscientização da população sobre a importância da discussão desse tema e à melhorias efetivas na segurança.
Em tempos de eleição é importante que se observe as propostas dos candidatos sobre essas questões e que os eleitores cobrem destes mesmos políticos, durante todo seu mandato.
Lívia Elisa, Lucas Mello e Natália Alves Pereira EBM-2A
O grupo pensa que como os motores de combustão interna estão sendo amplamente melhorados visando-se o uso em carros numero de veículos nas ruas, o que poderia ser evitado se uma tecnologia fosse implantada em motores de combustão para veículos públicos, de transporte em massa. O transporte publico não pode se restringir apenas em uma fonte energética, como o motor de combustão, mas devemos diversificar usando veículos com motores elétricos, onde rendimento é maior.
ResponderExcluirAs reportagens em suma, criticam o uso do motor de combustão como principal fonte de energia mecânica para locomoção urbana, isso devido a sua ineficiência e alto custo ambiental. Mas também mostram que outras formas de fonte de energia mecânica para locomoção, podem ser mais caras, mesmo q mais eficientes, ficariam inviáveis aos padrões hoje estabelecidos.
O transporte coletivo deveria ser mais incentivado, isso faria com que diminuísse o numero de carros nas ruas, diminuindo emissão de gases, diminuindo consumo de combustíveis, diminuindo o trafego intenso e aumentando a mobilidade. Esse incentivo poderia ser tanto na parte econômica, quanto na parte social, conscientizando a população de participar desse métodos de transporte. Devem haver muitas melhoradas nos transportes públicos, como, conforto, rapidez, maiores frotas entre os ônibus, aumento do tamanho dos trilhos dos metrôs para que se possa atender uma maior região, diminuição nos preços da tarifa. Para que isso seja possível devemos nos mobilizar e expor nossas ideias para o governo, somente deste jeito poderemos reivindicar estas melhorias.
Integrantes Felipe Berger, Frederico Avelar, Guilherme Viana, João Lucas, Huriel souza, Turma ELE 2A, Professor Alfredo Melk
ELE 2A - Artur Fraga, Fidélio Augustus, Marcelo Augusto e Wdson Filipe
ResponderExcluirO crescimento desordenado do número de pessoas e de veículos vem sendo um fator de destaque para o agravamento do problema da mobilidade urbana.
A 2ª Lei da Termodinâmica diz que é impossível construir uma máquina térmica que apresente rendimento igual a 100%, o que seria mais proveitoso utilizar um meio de transporte capaz de transportar um maior número de pessoas. Porém muitas pessoas optam pelo transporte particular em vez do transporte público, em função da melhor comodidade e conforto que esse oferece, o que acaba resultando num maior número de veículos nas vias.
Para o homem, isso pode acarretar em prejuízos incalculáveis, desde danos à saúde (devido à poluição excessiva), até perdas econômicas em função do tempo perdido em grandes congestionamentos. Seja na condição de pedestre ou de condutor, a crise da mobilidade afeta o homem numa disputa de espaço físico, principalmente nos grandes centros urbanos.
Portanto, as causas para toda esta crise de mobilidade, devem-se a um crescimento desordenado das cidades, que não acompanhou uma política de estrutura adequada e somou-se a um número significativo de veículos que são fabricados e acessíveis ao consumo. As pessoas deveriam se mobilizar contra os órgãos públicos, a fim de garantir políticas que visam melhorias no que se refere ao problema da mobilidade urbana.
De acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, quando a energia mecânica é transformada em energia térmica, essa energia térmica quase não pode ser reutilizada para gerar trabalho útil, como o texto nos diz. E este é, sem dúvida, um dos maiores problemas enfrentados por nossa sociedade. O que faz com que este fenômeno se torne um problema é o fato dos motores de combustão interna serem pouco eficientes, sendo que a maior parte da energia produzida por eles destinada ao movimento do automóvel se torna inutilizável pois é convertida energia térmica. Uma das soluções para este obstáculo seria o incentivo ao uso de transporte público, seja o ônibus, que é mais eficiente do que o carro em questões de consumo por pessoa, ou o metrô, que utiliza energia elétrica ao invés da mecânica, não desperdiçando parte da energia consumida. Outra solução poderia ser a substituição dos veículos movidos por motor de combustão interna por motores elétricos, o que diminuiria não apenas a energia perdida, mas também a poluição em todos os lugares, especialmente em centros urbanos. Porém todos sabemos que o Brasil ainda está distante de poder realizar tal feito, tornando esta solução um plano de longo prazo.
ResponderExcluirCom este raciocínio, podemos concluir que a melhor solução viável para este problema atualmente seria a conscientização da população contra o uso pessoal de automóveis (uma pessoa por automóvel) e o incentivo ao uso de transportes públicos, que não são caros e oferecem um menor consumo por pessoa, além de diminuírem a poluição.
Aluno: Pedro Gonzaga Netto - MEC-2A
Medidas como alargar cada vez mais as avenidas e outras são tomadas para resolver o problema dos congestionamentos causados pelo excesso do tráfego de veículos. Entretanto tais medidas não são eficazes porque é crescente o número de carros nos trânsitos brasileiros. Assim, aumentar as avenidas seria como um incentivo indireto ao aumento de veículos. Então, é importante que se priorize o transporte público e também os meios para que tal transporte seja mais eficiente. Não podemos negar que nossos governantes se preocupam com a mobilidade urbana, entretanto estão resolvendo o problema de uma maneira equivocada. Fazendo com que o problema se torne uma bola de neve, que vai piorar cada vez mais com o passar dos anos.
ResponderExcluirO Brasil tem 90% do nosso transporte público baseado no ônibus, o que de certa forma foi um tremendo erro dos nossos antigos governantes. Uma possível saída seria o investimento em meios de transportes como o trem e o metrô, que têm maior eficiência, deslocam maior número de pessoas, evitam congestionamento, e possuem um menor custo de manutenção. Tais meios já existem, porém com rotas muito curtas e já enfrentam problemas de superlotação.
Países desenvolvidos já procuram soluções como essas. Muitos pensam que seria um retrocesso voltar ao passado com as antigas ferrovias, mas se é uma solução viável, porque continuar no mesmo erro de não mudar os meios de transportes públicos existentes hoje?
ELT 2A: Danielle Valentim, Julie Correia e Sarah Marques
O caos encontrado no trânsito das grandes cidades, tem sido um assunto muito abordado atualmente, mas a solução para esse caos não está tão distante quanto as pessoas pensam, existem algumas soluções que ao longo do tempo poderiam ajudar a amenizar essa situação. Por exemplo, a conscientização das pessoas para que usem menos carros particulares, pegando carona com alguém, oferecendo carona ou até mesmo optando por meio de transportes públicos algumas vezes na semana (algo que também ajudaria na questão ambiental, por menos gases poluentes e diminuiria também o gasto de combustível), mas aí também encontramos uma situação problema, o transporte público. Acredito eu, que caso o transporte público fosse melhorado as pessoas teriam um incentivo para optar por essa solução. As ferrovias também ajudariam bastante, descongestionando assim algumas rodovias.
ResponderExcluirEBM2A - Ana Luiza dos Santos Cunha, Anna Clara Barbosa, Priscila Goulart e Tairine Lúcia Pereira
Como podemos observar no texto acima, as tecnologias baseadas na geração de energia térmica são muito usadas em nossa sociedade, porém além de representarem um grande impacto ambiental, aprensentam rendimento de apenas 30%. Ao analisarmos essas características, primeiramente pensamos que não vale a pena gerar energia dessa forma, mas depois lembramos que há algo essencial nos dias de hoje que utiliza essa tecnologia: os meios de transporte. Sem eles não conseguimos cumprir as exigências que nos são feitas atualmente, mas o que podemos fazer para utilizá-los com menos prejuízo? A primeira resposta que chega a nossa mente é a utilização do transporte público, que com menos danos ambientais consegue transportar muitas pessoas. Entretanto a nossa sociedade busca sempre o conforto, e as pessoas preferem utilizar carros para se locomoverem, causando além de grandes impactos ambientais, um enorme problema de mobilidade urbana. Mas o problema está apenas nas pessoas? Ou o nosso transporte público não tem capacidade de transportar toda a população dos grandes centros? Não podemos generalizar e dizer que o problema está apenas na ineficiencia do transporte público, mas este é o principal causador dos problemas de mobilidade urbana: eles estão sempre cheios, não passam com uma frequencia adequada e não atendem a todas as regiões, o que leva muitas pessoas a usarem o carro por necessidade e não por luxo. Enfim, o nosso governo precisa melhorar a eficiência desse tipo de transporte, além de promover projetos de conscientização da população em relação aos malefícios que o excesso de meios de transporte particulares nas ruas pode causar.
ResponderExcluirELT2A - Paula Nogueira, Cristiane Ferreira, Tayna Alves e Maria Emília
No ano de 1908, foi introduzido o primeiro serviço regular de ônibus a gasolina no Brasil. A mecânica desses carros era do fabricante Daimler, e a carroceria de origem francesa. Desde então as tecnologias dos transportes assim como dos motores veem ampliando cada vez mais, assim consequentemente, além das grandes cidades a quantidade de veículos nas vias tem aumentado e com isso a preocupação de uma gestão da mobilidade e do uso constante das fontes de energias utilizadas.
ResponderExcluirEssas fontes de energia, como anunciada pela segunda lei da termodinâmica dissipam grande parte para a vizinhança. Isso nos leva a pensar em modos que nos faça aproveitar ou eliminar o gasto dessa energia uma vez que nesses processos a energia dissipada é irreversível. Existem alternativas que ajudam a diminuir os índices de energia desperdiçada, como a diminuição do transporte particular nas vias, porém os condutores preferem o transporte particular ao público pelo conforto, rapidez, acessibilidade entre outros.
Uma alternativa seria uma melhoria na infraestrutura dos transportes públicos, o que já percebemos em Belo Horizonte, uma vez que o BRT (trânsito rápido de ônibus) está sendo implantado. Desde a municipalização do órgão da gestão do transporte coletivo em Belo Horizonte, vem sido promovidas ações visando melhorias no sistema. No entanto, percebemos uma desatualização nos modais do sistema, como no metrô por exemplo.
Ou aumentar o número de passageiros por veiculo, sendo utilizada a “carona solidária” que podemos participar e envolver os amigos a fim de influenciar esse procedimento.
Portanto é fundamental a utilização de transporte publico para que seja diminuída a geração de energia degradada, pois nos processos conversão da energia as consequências podem ser graves, já que pode haver um esgotamento de matéria prima para serem utilizadas, uma vez que a Segunda Lei da Termodinâmica implica em um inevitável desperdício de energia, ou seja, é impossível recuperar totalmente essa energia.
Estradas e Transporte e Trânsito 2A- Amanda Prates, Bárbara Luiza, Caio Henrique, Nathalia Regina e Yara Carolina.
Bom, já é de conhecimento geral que o trânsito em Belo Horizonte está cada vez mais caótico, sendo o uso do automóvel particular um enorme agravante dessa situação. Há cada vez mais automóveis circulando pelas ruas e, por com sequência, cada vez mais pessoas ocupando mais espaço nas avenidas, consumindo mais combustível, desperdiçando mais energia (devido ao alto uso do motor a combustão) e poluindo mais o ambiente do que deveriam.
ResponderExcluirÉ sim nossa obrigação buscar alternativas de transporte para ameniza (e, a longo prazo, solucionar) esses problemas. É óbvio que não é obrigação apenas da comunidade resolver o conflito, mas é inegável o fato de que ela tem sim condições de contribuir tanto para a redução do desperdício de energia e para a poluição quanto para a diminuição da intensidade de tráfego nas vias de BH.
Uma alternativa ao motor de combustão, mas que, infelizmente, no é acessível a grande parte da população é o motor elétrico. Além de um rendimento energético de, no mínimo, 80%, ele é mais econômico, não emite poluentes, é de fácil manutenção, entre várias outras características positivas. Os pontos negativos são: seu alto custo, menor potência e a necessidade de recarga das baterias em um espaço de tempo menor que seria necessário reabastecer o tanque de combustível. Alternativas que, além de diminuírem o desperdício energético e a poluição, diminuiria o número de veículos nas vias seriam: a utilização de bicicletas, caronas e transporte público para se locomover.
É claro que a migração do transporte particular para o público não exige atitudes apenas da população, mas também do governo. Mas é importante que tenhamos consciência do nosso papel na melhoria da mobilidade e ambiente urbanos.
Lucas Ivson, Aline Aparecida e Camila Senna - MCT 2A
ResponderExcluirDepois de ler o post e participar da palestra realizada no sábado, o grupo pôde visualizar melhor os problemas que BH e outras grandes cidades vêm passando em relação ao trânsito. Sabemos que o motor mais usado é o motor de combustão e que o mesmo é um dos que mais agridem o meio ambiente e o ar de nossa cidade. A solução para isso seria a utilização de veículos com motores elétricos, o que hoje em dia, é inviável para a população. E mesmo que os veículos com motores elétricos fossem adotados, isso não resolveria o problema do tráfego que está super lotado. Então qual seria a solução? A resposta está nos transportes coletivos. Tanto o transporte coletivo privado, quanto o público, devem ser priorizados em detrimento ao transporte individual. Já está mais do que provado que o carro é responsável pela poluição na cidade e com menos veículos nas ruas teremos um ar mais limpo e mais agradável.
Mas o transporte público não pode concorrer com o privado. Ambos devem ter itinerários diferentes e atender a regiões distintas. É importante lembrar que o transporte privado é financiado 100% por usuários e ajuda muito no trânsito da cidade – afinal um ônibus retira cerca de 20 carros das ruas.
Hoje a gente vê uma disputa entre o público e o privado e ela não pode mais existir. Nós temos de ter consciência que tudo é transporte coletivo e auxiliam na fluidez da cidade. Temos que nos conscientizar que o transporte público, quando bem planejado e operado, é a solução par ao problema de tráfego em Belo Horizonte e em outras cidades.
GRUPO: Ana Luiza, Bárbara Puff, Isabella Romero e Lorena Forcellini - TUR2A
ResponderExcluirAtualmente, a precariedade na mobilidade urbana está ligada ao grande número de carros particulares nas ruas. Isso acontece pois hoje em dia há uma maior facilidade de adquirir um carro, sendo este acessivel pra grande parte da população já que a política atual investe no setor automobilístico. É do cotidiano do morador belo horizontino enfrentar um trânsito caótico, praticamente, todos os dias, além disso, muitos ainda optam pelos ônibus que são poucos em relação a demanda, o que torna a viagem um incomodo.
Tudo isso já seria o bastante para começar a se pensar em outras alternativas, mas o problema é ainda mais grave. A segunda lei da termodinâmica constata que o motor de combustão interna, utilizado nos carros e ônibus, é de baixo rendimento pois a energia termica vinda na queima de gasolina não é totalmente convertida em energia mecânica já que a maior parte dela é dissipada. É como dito no texto, se consideramos um carro e um ônibus, a emissão de CO2 do carro para o ambiente seria de quase 5 vezes mais do que o ônibus e se levarmos em conta o grande número de carros, a proporção fica assustadora.
Procurando alternativas para melhorar o transporte na cidade, a que mais se destaca é o metrô. Além de ter um maior rendimento, transporta mais pessoas e não interfere no trânsito. Porém, para que o problema seja resolvido de fato, o governo deve diversificar as opções de transporte para não saturar nenhum deles. Podemos fazer a nossa parte pressionando o governo para que este invista em medidas para melhorar o transporte público (ônibus e metrô), além de usar o mesmo em detrimento dos carros particulares.